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sábado, 25 de maio de 2013

ALEMANHA É O PAÍS MAIS POPULAR

Apesar de, nesta altura, não ser verdadeiramente apreciada na Europa, sobretudo em França e nos países do sul, esmagados pela crise da dívida soberana e do euro, que a consideram egoísta, arrogante e imperialista, a Alemanha é o país mais popular do planeta, segundo um estudo de opinião realizado entre Janeiro e Março pela BBC, em que foram ouvidas 26 mil pessoas em 25 países, que se pronunciaram sobre a influência (mais ou menos positiva) de 16 grandes países da União Europeia.
Acumulando êxitos consideráveis no comércio, na indústria e, agora, no futebol (masculino e feminino), neste estudo que é realizado anualmente desde 2005, a Alemanha surge em primeiro lugar, com 59% das pessoas a julgarem positiva a sua influência no mundo. O Canada, o Reino Unido, o Japão (1º em 2012) e a França vêm a seguir na classificação. Os Estados Unidos, a China e a Índia vêm respectivamente em 8º, 9º e 12º. O Irão é o último, com somente 15% de opiniões positivas, tendo perto a companhia do Paquistão e da Coreia do Norte. 
O curioso do estudo deste ano, é que a Alemanha - que ultimamente tem sido alvo de referências pouco simpáticas do PS francês - recolhe 81% de opiniões positivas em França e mesmo 68% em Espanha, um dos países do sul da Europa mais duramente atingidos pela austeridade orçamental, imposta nomeadamente pela Alemanha. Já na Grécia, todavia, as opiniões negativas da Alemanha são maioritárias e atingem os 52%. 


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

CONFLITO ISRAELO-PALESTINIANO CHEGOU AO CIBERESPAÇO

Na luta contra Israel, os rockets não são a única arma utlizada pelos palestinianos. A guerra faz-se também na internet. Os sítios do governo de Israel sofreram mais de 44 milhões de ataques desde o início da operação "Pilar de defesa", segundo The Guardian.
Só um ataque teve êxito, ao deitar abaixo um sítio governamental durante 10 minutos. Um dos portais mais visados pelos hackers pró-palestinianos tem sido o do presidente de Israel, que sofreu 10 milhões de ataques, a seguir vem o do ministério dos negócios estrangeiros, com 7 milhões e, depois, vem o portal do primeiro ministro Netanyahu com 3 milhões.
O insucesso destes intensos ataques a sítios do Estado dever-se-á aos investimentos israelitas feitos nos últimos anos no desenvolvimento de sistemas de defesa informática.
Também numerosos sítios não governamentais, em princípio menos protegidos, têm sofrido ataques, nomeadamente pelos célebres Anonymous, que reivindicam ter desfigurado 87 sítios na internet, em poucas horas, após terem anunciado a sua participação no movimento, de acordo com a BBC. Segundo The Guardian, os Anonymous não se juntaram aos outros hackers que pretendem acabar com os bombardeamentos israelitas, mas actuaram face à ameaça de corte da internet na faixa de Gaza.
Mais recentemente, a RT News noticiou que os Anonymous declararam ciberguerra a Israel, tendo divulgado, na web, os dados pessoais de 5 mil militares israelitas. 
   

Ligações: Hackers launch assault on Israeli government websites [The Guardian]; Anonymous hacker group attacks Israeli websites [BBC]; 127 Sites Defaced for #opIsrael [AnonRelations]; Anonymous leaks personal information of 5,000 Israeli officials [RT News}.

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