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quarta-feira, 24 de abril de 2013

'SWAPS' NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Já todos nos apercebemos que normalmente o poder não esquece os seus moços de fretes. O poder económico normalmente paga em "metálico" aos seus cúmplices, enquanto o poder político paga em lugares e influência política. Quantos incorruptíveis conhecemos ? 
Nos últimos tempos, tem dado muito nas vistas a transferência de 10 jornalistas do "DN" para cargos de nomeação política. Destes, Francisco Almeida Leite, nomeado para secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, é o mais badalado. Pacheco Pereira disse no seu blogue "Abrupto" que é um "especialista na intriga interna do PSD", e Pedro Santana Lopes também não morre de amores por ele (e vice-versa). 

Ligações: Isto é que é a imprensa portuguesa ? [Triplo II]; Índice do Situacionismo (61): É assim que se fazem as coisas [Abrupto]; Copo de Leite [Pedro Santana Lopes]; Chávena de Chá [Albergue Espanhol]; Remodelar e Pagar Favores a um Jornalista [Antes pelo Contrário / Daniel Oliveira]; Parabéns a Francisco Almeida Leite [Pau Para Toda a Obra].

sábado, 16 de março de 2013

ELEVADA PENSÃO RIMA COM EXTORSÃO

«Sou a favor de grandes cortes nas pensões altas. Cortar mesmo muito. O esquema pode levar a cortes de 90 % mas eu não vejo mal nenhum nisso. E - contra o meu próprio interesse - gostaria muito que o Tribunal Constitucional aprovasse estes cortes», disse o ex-ministro Silva Lopes. 
Em entrevista à TSF e ao Diário de Notícias, usa o termo extorsão para descrever o valor da reforma do antigo presidente do maior banco privado nacional e dirigente do Movimento dos Reformados Indignados: «ele diz que é uma extorsão... extorsão é o rendimento que lhe atribuíram! Quando se atribui um rendimento - mesmo que seja de 20 ou 25 mil euros - num país onde há gente com reformas de 400 euros isso não é extorsão? Claro que é extorsão! Extorsão combate-se com extorsão. Sou ferozmente contra esse movimento», acrescentou José Silva Lopes.

domingo, 10 de julho de 2011

PASSOS EVITOU QUE BAIRRÃO CONTINUASSE CHOCADO

Bernardo Bairrão, em entrevista ao DN e à TSF, disse que Marcelo não lhe estragou os planos de ir para secretário de Estado, mas que, ao dar a notícia antes do tempo, provocou um conjunto de situações que conduziram ao desenlace.
Bairrão - que diz ter ficado chocado quando ouviu dizer: lá vai este atrás do tacho - reitera a sua discordância da privatização da RTP, e não receia o futuro, pois tem sido sondado com várias propostas. E continua com boas recordações da TVI, como, de resto, ilustra este vídeo.

terça-feira, 22 de março de 2011

SOARES APELA À INTERVENÇÂO DE CAVACO

Na sua coluna habitual A Memória do Tempo, no DN, Mário Soares apela à intervenção do Presidente da Repíblica, escrevendo, nomeadamente:

Imaginem pois os leitores que é neste momento, tão decisivo para a União - e consequentemente para Portugal -, e depois da reunião polémica que o primeiro-ministro Sócrates teve no dia 12 em Bruxelas, onde realmente conseguiu algumas garantias públicas das instituições europeias e da própria chanceler Merkel, que se desencadeou uma guerrilha partidária à portuguesa, que parece conduzir à queda do Governo e, portanto, a um vazio de poder, por dois ou três meses, precisamente quando o nosso próximo futuro se vai jogar. Com que autoridade, para negociar vantagens para Portugal, se irá apresentar em Bruxelas o primeiro-ministro português?

Não interessa agora discutir, do meu ponto de vista, a quem cabem as culpas do impasse criado. Quando há conflitos partidários, geralmente, as culpas são quase sempre, mais ou menos, repartidas. Vamos, de resto, ouvir, na campanha eleitoral que, ao que parece, infelizmente, se vai abrir, essa discussão interminável. Para quê? Talvez, para não termos tempo de tratar do essencial, o problema que mais aflige o Povo Português: como sair da crise, financeira e económica, em que estamos mergulhados? Será sensato, assim, sejam de quem forem as culpas, acrescentar-lhe uma crise política? Será que alguém pensa, em consciência, que a nossa situação vai melhorar, por ignorarmos durante mais de dois meses a crise que hoje nos aflige - a todos - lançando--nos numa disputa eleitoral, ganhe quem ganhar - PSD ou PS - haja ou não coligações, à direita ou à esquerda?

Depois, o CDS/PP vai estar contra o PSD, a disputar-lhe o terreno, palmo a palmo, como se percebeu no Congresso de Viseu. Os Partidos da extrema-esquerda radical não se entendem, como se tem visto, mas estarão ambos contra Sócrates, o que só o reforça, no interior do PS. Mas nenhum partido quer realmente deitá-lo abaixo. Para ficar pior? Quer fritá-lo em lume brando, o que é diferente. Com a excepção, talvez, de Passos Coelho, porque está, cada vez mais, a sofrer pressões internas nesse sentido.

Quando o País acordar dessa campanha eleitoral, que só desacreditará os Partidos - os políticos e o País - quem terá condições efectivas para governar e nos tirar da crise? E por quanto tempo? Passos Coelho? Outra vez, Sócrates? À beira da bancarrota, o Povo Português estará então, desesperadamente, a pedir um governo de salvação nacional ou até: um salvador (que felizmente parece não ser fácil encontrar) visto não estarmos nos anos trinta do século passado...

No meu modesto entender, só uma pessoa, neste momento, tem possibilidade de intervir, ser ouvido e impedir a catástrofe anunciada: o Senhor Presidente da República. Tem ainda um ou dois dias para intervir. Conhece bem a realidade nacional e europeia e, ainda por cima, é economista. Por isso, não pode - nem deve - sacudir a água do capote e deixar correr. Como se não pudesse intervir no Parlamento - enviando uma mensagem ou chamando os partidos a Belém - quando estão em jogo, talvez como nunca, "os superiores interesses nacionais". Tanto mais que, durante a campanha eleitoral para a Presidência, prometeu exercer uma magistratura de influência activa. Não pode assim permitir, sem que se oiça a sua voz, que os partidos reclamem insensatamente eleições, que paralisarão, nos próximos dois meses cruciais, a vida nacional, em perigo iminente de bancarrota.

Se não intervier agora, quando será o momento para se pronunciar? É uma responsabilidade que necessariamente ficará a pesar-lhe. Por isso - e com o devido respeito - lhe dirijo este apelo angustiado, quebrando um silêncio que sempre tenho mantido em relação ao exercício das funções dos meus sucessores, no alto cargo de Presidente da República.

Ligação:  Um apelo angustiado .

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