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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

FRANÇA E ALEMANHA RESPONSÁVEIS PELA CRISE ?

O ministro holandês das Finanças disse que a França e a Alemanha dividem as responsabilidades pela crise que afecta a zona euro, ao abrirem, em 2003-2004, a porta que originou os problemas actuais. Jan Kees de Jager disse que, nessa altura, os dois países apresentaram um défice orçamental nacional superior aos 3% previstos no Pacto de Estabilidade. A partir de então, outros países deixaram de cumprir as normas fiscais.
Num encontro com os jornalistas estrangeiros em serviço na Holanda, De Jager considera que o mau exemplo dado por franceses e alemães não pode repetir-se, porque mostra desgoverno e evidencia a falta de um organismo regulador independente na zona euro.
Contudo, o ministro assegurou que a Holanda está disponível para ajudar a travar a crise, e vai reunir-se, para o efeito, já na próxima semana, em Berlim, com os ministros das finanças da Alemanha e da Finlândia, com quem mantèm contactos frequentes.


Ligações: The Washington PostDutchNews.nl; The Wall Street Journalweblog Jan Kees de Jager.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

PARLAMENTO FINLANDÊS APROVA RESGATE A PORTUGAL

Segundo a televisão estatal YLE, o Parlamento finlandês aprovou finalmente a participação daquele país no programa de ajuda financeira a Portugal, com 137 votos a favor e 49 contra.
A resolução contou com o apoio do Governo em funções - formado por centristas, conservadores, Verdes e pelo Partido Popular Sueco - e dos deputados sociais-democratas e democratas-cristãos.
Votou contra o partido nacionalista Verdeiros Finlandeses, terceira força política após as eleições de abril passado, e, também, a Aliança das Esquerdas. Catorze deputados abstiveram-se ou estiveram ausentes.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

FINLÂNDIA APOIA RESGATE A PORTUGAL

Jyrki Katainen, o político finlandês encarregado de formar o próximo governo, em conferência de imprensa realizada no Parlamento, anunciou que foi reunido o consenso político suficiente para aprovar a ajuda a Portugal.
Após semanas de debate e de impasse sobre a questão, e de conversações discretas do próprio PM indigitado, nomeadamente com o presidente do segundo maior partido  (PSD),  Jutta Urpilainen, foi obtido o acordo.
O terceiro maior partido, os Verdadeiros Finlandeses, opõe-se veementemente à ajuda a Portugal, dizendo que a Finlândia está a ser solicitada a pagar muito mais do que a sua parte, para resgatar um governo financeiramente negligente.


quarta-feira, 4 de maio de 2011

FINLÂNDIA ANTECIPA CAMINHO PARA DECISÃO SOBRE O RESGATE A PORTUGAL

Segundo um artigo*, publicado há 2 horas, pelo site da TV estatal finlandesa, o líder das conversações para a formação do novo governo finlandês e ministro cessante das Finanças, Jyrki Katainen, preconizou a adopção de medidas invulgares para solucionar a crise financeira da zona euro.
Katainen vai criar um grupo com um representante de cada grupo parlamentar com o objectivo de elaborar uma proposta de orientação da Finlândia sobre as medidas de acção conjunta a desenvolver na zona euro. O grupo será criado com o fundamento de que a actual administração interina já não é um orgão político, não representando a opinião do parlamento actual.
Uma vez criado, o gabinete provisório sobre Assuntos Europeus estabelecerá o regulamento e o âmbito da sua actuação, apesar do primeiro-ministro actual e dirigente do Partido do Centro, Mari Kiviniemi ter afirmado que nenhum dos ministros cessantes do seu partido irá participar neste processo de decisão.
A proposta do gabinete provisório ocorrerá, assim, antes da constituição do Grande Comité que trata dos assuntos europeus, e tomará uma decisão para ser presente à cimeira do Euro grupo, de 16 de Maio, em Bruxelas.
A Finlândia tem que definir a sua posição sobre o pacote de resgate a Portugal, o fundo de ajuda temporária e o mecanismo de estabilidade.

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*Finland's Path to Decision on Portugal Bailout .

FINLÂNDIA PODE ATRASAR AJUDA FINANCEIRA A PORTUGAL

A demora na formação do novo governo pode protelar a decisão finlandesa e prejudicar a participação na ajuda europeia a Portugal.
O presidente do Grande Comité do Parlamento finlandês (que é responsável pelos assuntos europeus), o deputado social democrata Erkki Tuomioja, rejeitou transferir para a jurisdição parlamentar a responsabilidade de tomar posição política sobre o pacote de ajuda da UE Portugal.
O dirigente do partido da Coligação Nacional, Jyrki Katainen, que lidera as conversações para a formação do governo, quer separar a questão da ajuda a Portugal das negociações para a coligação, esperando encontrar uma solução já esta semana.
Katainen propôe-se trabalhar com os representantes de todos os grupos parlamentares finlandeses sobre o pacote de ajuda a Portugal e submetê-lo à aprovação do Grande Comité do parlamento.
Contudo, o presidente do Grande Comité, Erkki Tuomioja do Partido Social Democrata, rejeitou a ideia. Segundo Tuomioja, em todas as situações, o Parlamento e o Grande Comité têm que tomar posições sobre assuntos da UE, com base em propostas do governo. Só depois de uma posição e perspectiva deste, pode ser concertada e apresentada uma resolução.
Entretanto, Jyrki Katainen disse ontem que havia poucas alternativas disponíveis. Sei que isto pode parecer complicado, mas indiquem-me um caminho mais simples, que eu segui-lo-ei, disse.


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