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segunda-feira, 22 de abril de 2013

GESTÃO DUVIDOSA MOTIVOU SAÍDA DE GOVERNANTES

Os dois secretários de Estado que estão a ser remodelados tiveram, antes de entrarem para o governo, uma intervenção polémica na gestão do Metro do Porto e no endividamento da empresa, que terá motivado a sua saída. 
Braga Lino foi director administrativo e financeiro entre 2006 e 2011 e um dos responsáveis pela contratação de produtos financeiros, conhecidos como “swaps”, na Metro do Porto. tendo, ainda, sido consultor financeiro da empresa durante cinco anos. 
Já Juvenal Silva Peneda, secretário de Estado Adjunto do ministro da Administração Interna, foi, na mesma altura, membro da comissão executiva da Metro do Porto, responsável pela contratação dos famigerados produtos financeiros.
Recorde-se que, em Setembro 2012, registavam-se 140 contratos de swap, distribuídos por 15 empresas públicas, com valor contratual nominal próximo dos €14 mil milhões. Mais que o Metro do Porto (15 contratos e perdas potenciais de €832 milhões), o Metropolitano de Lisboa era, então, a empresa pública com mais contratos (68), que apontavam para perdas potenciais superiores a mil milhões de euros.

Ligações: Financiamento de risco na Metro do Porto provocou remodelação governamental [Público];  Mais um 'buraco' de 3 mil milhõesRelatórios e Contas 2004 a 2011 [Metro do Porto]; Empresas públicas com buraco financeiro de €3 mil milhões [Expresso 12.01.2013]; Boletim Informativo Sobre o Sector Empresarial do Estado - 3º Trimestre 2012 - pág. 21 a 25 [DGTF].

sábado, 15 de outubro de 2011

GOVERNO CANCELA INAUGURAÇÃO DO METRO PARA SANTO OVÍDEO

O cancelamento da cerimónia de inauguração do troço do Metro do Porto para Santo Ovideo mereceu a concordância de Luís Filipe Menezes que, hoje de manhã, visitou o local e, na oportunidade, declarou estar de mãos lavadas quanto aos gastos da empresa Metro do Porto.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

GESTORES PÚBLICOS: VAI CONTINUAR TUDO NA MESMA ?

Muda o Governo e logo os "caça-tachos" - alguns mesmo já aposentados de outros serviços - se põem em campo. Vale a pena. Para além das chorudas remunerações, há mordomias complementares, como motorista, carro, combustível e secretárias de carne osso, que fazem muito bem ao ego de qualquer um. 
Vejamos. O Estado gasta todos os anos cerca de 18 milhões de euros para pagar os salários dos 98 gestores públicos, que ganham mais do que o Presidente da República (PR). Em média, cada um ganha 182 mil euros por ano. Se a todos estes gestores fosse imposto, como salário máximo, o vencimento do PR (91 mil euros por ano), o encargo com estas remunerações diminuiria para perto de 9 milhões de euros anuais. A diferença seria suficiente para pagar a mais de 1300 trabalhadores o salário mínimo nacional. 
Um opúsculo do CDS/PP, editado no princípio deste ano´, intitulado Remunerações de Gestores Públicos ajuda-nos a conferir alguns números e a inferir por que é um número apreciável de cidadãos não tem medo da crise e defende tão entusiasticamente o "sistema" que lhe dá "status" e, ainda melhor,  generosamente lhe coloca uns milhares de euros por mês na carteira, bem junto ao coração.
Miséria ? É só para os outros, que são burros e não querem trabalhar. É que, independentemente de quem exerça o poder político, em democracia são todos iguais, só que uns são mais iguais que outros.Até um dia.
Eis alguns números e sugestivas comparações:

  • Presidente dos EUA recebe por ano $400.000,00 (291 290,417 Euros) 
  • O Presidente da TAP recebeu em 2009: 624.422,21 Euros

  • O Vice-Presidente dos EUA recebe por ano $208.000,00 (151 471,017 Euros) 
  • Um Vogal do Conselho de Administração da TAP recebeu 483.568,00 Euros

  • A Chanceler Angela Merkel recebe de 220.000 Euros por ano;
  • O Presidente da Caixa Geral de Depósitos recebeu 560.012,80 Euros
  • O Vice-Presidente da Caixa Geral de Depósitos recebeu 558.891,00 Euros

  • O Primeiro-Ministro José Sócrates recebe cerca de 100.000,00 Euros por ano;
  • O Presidente do Conselho de Administração da Parpública SGPS recebeu 249.896,78 Euros;

  • O Presidente da República recebe cerca de 140.000,00 Euros por ano;
  • O Presidente do Conselho de Administração da Águas de Portugal recebeu 205.814,00 Euros;

  • O Presidente Nicola Sarkozy recebe cerca de 250.000 Euros por ano;
  • O Presidente do Conselho de Administração dos CTT - Correios de Portugal, S.A. recebeu 336.662,59 Euros;

  • O Primeiro-Ministro David Cameron recebe cerca de 250.000,00 Euros por ano;
  • O Presidente do Conselho de Administração da RTP recebeu 254.314,00 Euros;

  • O Presidente da Assembleia da República recebe cerca de 120.000,00 Euros por ano;
  • O Presidente do Conselho de Administração da ANA Aeroportos de Portugal SA. recebeu 189.273,V92;
  • O Vice-Presidente do Conselho de Administração da ANA Aeroportos de Portugal SA recebeu 213.967,23 Euros;

  • Um Ministro recebe cerca de 90.000 Euros por ano;
  • O Presidente do Conselho de Administração das Estradas de Portugal SA recebeu 196,940,00 Euros;

  • Um Secretário de Estado recebe cerca de 80.000,00 Euros por ano;
  • O Presidente do Conselho de Administração da INCM, Imprensa Nacional Casa da Moeda recebeu 189.784,00 Euros;

  • O Presidente do Conselho de Administração do Metro do Porto SA recebeu 157.670,26 Euros;
  • O Presidente do Conselho de Administração da NAV Portugal EPE recebeu 109.531 Euros;
  • O Vogal do Conselho de Administração da NAV Portugal EPE recebeu 206.096,00 Euros;
  • O Presidente do Conselho de Administração da Parque Expo recebeu 162.997,00 Euros;
  • O Vogal Executivo do Conselho de Administração da Baía Tejo recebeu 89.905,00 Euros em 3 meses de exercício;
  • O Presidente do Conselho de Administração da GeRAP recebeu 164.773,00 Euros.

terça-feira, 7 de junho de 2011

DÉFICES DE EMPRESAS PÚBLICAS DE TRANSPORTES AUMENTARAM

Em 2010, os prejuízos de cinco das maiores empresas públicas de transportes terrestres aumentaram 220,3 milhões de euros. A CP apresentou um défice de cerca de 200 milhões de euros; a Refer andou perto dos 150 milhões de euros negativos; a Metro do Porto apresentou à volta de 350 milhões de euros de défice; a Companhia Carris de Ferro de Lisboa andou pelos 40 milhões de prejuízo; a STCP do Porto também esteve muito perto dos 40 milhões de défice.


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