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quarta-feira, 9 de maio de 2012

TSIPRAS: POVO CHUMBOU ACORDOS COM A TROIKA

Alexis Tsipras, líder do Syriza, enviou esta manhã cartas ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, ao Presidente da UE, Van Rompuy, e ao presidente do BCE, Mario Drago, salientando que a conjuntura política da Grécia mudou e, por consequência, os acordos assinados anteriormente com a "troika" não são vinculativos o país, uma vez que as políticas do PASOK e da ND foram reprovadas pelo provo grego.

Os pilares de Tsipras para a formação de um governo de coligaçõo, sintetizam-se em cinco pontos:
  1. Revogar medidas do memorando de entendimento, nomeadamente a redução de salários e pensões; 
  2. Revogar as leis laborais que limitam o direito ao trabalho, a partir de 15 de Maio; 
  3. Mudar de imediato o sistema político, alterando a lei eleitoral, adoptar a representação proporcional e abolir a lei de responsabilidade ministerial; 
  4. Submeter os bancos ao escrutínio público e colocá-los sob tutela do Banco da Grécia 
  5. Fazer uma auditoria internacional às contas públicas para investigar os números tão elevados da dívida grega.

Ligações: «Προηγούμενες υπογραφές δεν δεσμεύουν τη χώρα»ΣΥΡΙΖΑ.

terça-feira, 10 de maio de 2011

COMISSÃO EUROPEIA APROVOU EMPRÉSTIMO A PORTUGAL

A Comissão Europeia aprovou, hoje, em Estrasburgo, o programa de resgate para Portugal, avisando tratar-se de um programa bastante duro, mas realista, em que os juros do empréstimo da parcela europeia deverão atingir os 5,5 pontos percentuais.


domingo, 17 de abril de 2011

OS JUROS DOS "AMIGOS"

Se precisasse de dinheiro e os seus amigos lho emprestassem a uma taxa de juro superior à dos bancos, o leitor inferiria, no mínimo, que os seus amigos, afinal, não eram tão amigos como pensava. E, para não ficar com dúvidas, pedir-lhes-ia uma explicação que, provávelmente, seria que juros mais altos convenceriam melhor as respectivas consortes a conceder os empréstimos.
Parece que está a acontecer um caso idêntico com o nosso País, como se alcança das manchetes dos media deste fim de semana: o FMI quer que Portugal pague juros mais baixos e que a ajuda se prolongue por mais tempo, para atenuar efeitos recessivos na nossa economia; ao contrário, os nossos pareceiros da UE, pressionados pela opinião pública respectiva, pretendem juros mais elevados e menos prazo.
A posição dos nossos "amigos" europeus, com os precedentes da Grécia, da Irlanda e da Islândia, faz-nos pensar, sobretudo quando os nossos parceiros europeus têm retirado largas vantagens da União Europeia, alargando mercados e expandindo a sua economia, à custa dos países periféricos. 
Ora, oriundo da China - país que vai comprando a dívida pública americana e europeia -, há um provérbio que diz, que pior que os inimigos, são os falsos amigos. Agora, que surgiu em Portugal o portal Second Love para pessoas comprometidas, não será altura de Portugal e os outros parceiros intervencionados procurarem um "Second Love" para países comprometidos ?
Ou,  então, talvez evitando a hipocrisia, seja melhor irem logo para o divórcio, mesmo com os danos colaterais que a separação provoca nos conjuges.
  

segunda-feira, 11 de abril de 2011

DELEGADOS DO FMI, BCE E UE JÁ CHEGARAM A PORTUGAL

Segundo noticia o Público, uma delegação de dez técnicos do FMI, BCE e da União Europeia já chegou a Portugal para negociar as medidas de austeridade e encontra-se, desde o início da manhã, no Banco de Portugal (BdP), onde tem estado reunida, com quadros superiores do BdP.

quarta-feira, 2 de março de 2011

MERKEL, HOJE, EM BERLIM: PORTUGAL ESTÁ NO BOM CAMINHO

A seguir ao encontro com Sócrates que durou menos de uma hora, na chancelaria alemã, Angela Merkel, afirmou que Portugal está a tomar as medidas adequadas para diminuir o endividamento, acrescentando que os dois países concordam com a necessidade de rigor e de boa gestão orçamental na Zona Euro.
Merkel realçou que nunca afirmou que Portugal deveria pedir ajuda externa, nem esse assunto foi discutido durante o encontro desta tarde.
Por sua vez. Sócrates manteeve que Portugal não precisa de ajuda externa, para conseguir pagar dívidas passadas e continuar a financiar-se nos mercados.
O PM português terá levado hoje para Berlim os primeiros números relativos à execução orçamental de Fevereiro, que apontam para que uma redução da despesa do Estado de 3,6%.
Ficou-se a saber que a Alemanha pretende que na próxima cimeira, de 24 e 25 de Março, haja acordo para uma maior convergência europeia nas políticas salariais, laborais, fiscais e na Segurança Social.
Aparentemente, deste encontro não transpareceu - como alguns previam - um refoeço das medidas de austeridade em Portugal. 

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

UE acorda fundo de resgate para a zona euro

Os lideres europeus acertaram esta quinta-feira a constituição de um mecanismo de resgate de qualquer um dos 16 estados da zona euro, que esteja ameaçado com problemas de défice.
Esse mecanismo implca uma mini reforma do Tratado de Lisboa, através do aditamento de um parágrafo ao artigo 136 e passa pela criação de um fundo de resgate a partir de 1 de Janeiro de 2013.

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