Ligação: Conheça o pequeno Matisse que consolou um adepto francês [CMTV / Janete Frazão]
segunda-feira, 11 de julho de 2016
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Sangue, suor e lágrimas no 10 de Junho
Marcelo mudou a presidência ao torná-la muito mais próxima dos cidadãos. Ele sabe que as instituições só existem e se consolidam se estiverem verdadeiramente ao serviço do Povo.
Este ano as comemorações do dia de Portugal ultrapassaram as fronteiras geográficas e vão realizar-se, pela primeira vez, na cidade luz onde se calcula que vivam cerca de um milhão de portugueses, alguns dos quais - os mais velhos - passaram pelos célebres bidonvilles, numa luta de sobrevivência da miséria e da pobreza da ocidental praia lusitana.
Nada melhor que o 10 de Junho para evocar a diáspora dos que, sobretudo na década de sessenta, ousaram atravessar fronteiras, trabalharam e honraram com sangue suor e lágrimas o nome de Portugal.
sexta-feira, 15 de abril de 2016
SER AMIGO É UM POSTO
Na semana em que uns saem por dizer, outros são notícia por fazer. Fazer e, segundo dizem até agora, por fazer à borla, embora da intervenção na TAP tenha resultado a reversão de parte da privatização e a tentativa de entrada de um grupo chinês da órbita do universo empresarial do escritório do negociador para o capital dos novos donos da transportadora.
É tão clara a confusão entre política e negócios como a falta de vergonha na cara do PSD em falar sobre o tema, depois ter viabilizado no passado recente as intervenções do negociador do anterior regime, prof. António Borges, ou a contratação dos britânicos da Perella Weinberg Partners para as privatizações da REN, da EDP e da Galp, por amizade do representante da empresa em Portugal ao ministro das Finanças Vítor Gaspar. Acresce que no caso do setor energético, a Perella nem sequer tinha historial relevante de intervenção em processos similares. A amizade, depois de deposta a antiguidade, parece querer assumir o lugar de posto. Ser amigo é um posto.
É tão claro o incómodo da esquerda como a contestação à intervenção de alguém com longa experiência negocial e de intervenção em processos do Estado, por exemplo no SIRESP ou na aquisição dos helicópteros Kamov. A esquerda embatucou e só num momento posterior é que esboçou uma reação de geometria variável. Houve demasiada opacidade nos processos de privatização do anterior governo e um deliberado atraso na definição do elenco dos ativos estratégicos nacionais a salvaguardar, que acabaram por não incluir a água. Era bom que o alegado novo tempo trouxesse mais transparência e mais escrutínio popular.
O que é mesmo claro é que não há opacidade má de direita e opacidade boa de esquerda. Há falta de transparência, de rigor na gestão da coisa pública, e a expetativa de que os portugueses possam ser tomados por parvos, pro bono ou por 2 mil euros brutos. Tudo o resto é como se tivéssemos uma manada de elefantes numa loja de porcelanas.
Temos paquidermes na loja quando, para disfarçar a falta de recursos financeiros para acorrer a tantas solicitações de reversões, de reivindicações e afins, a solução é recorrer a iniciativas fraturantes que distraiam os cidadãos, alegadamente para combater injustiças, desigualdades ou discriminações. O exercício legislativo do cobertor aconchega as agendas políticas de alguns, mas destrói o património de confiança e a relação institucional do PS com alguns setores da sociedade, sendo os militares o exemplo mais óbvio. A manta de retalhos é cada vez mais evidente e o descontentamento também. Tal como não há almoços grátis, o lustro dado a alguns egos tem um custo para a coesão social e para o País.
Temos elefantes na loja quando o critério para o que dizem publicamente os titulares de cargos políticos eleitos em nome do PS varia em função do grau de proximidade e de amizade ao líder. Se fores próximo, podes comparar um dirigente partidário a Hitler, apelidar de vómito um líder ou colocar o Presidente da República na rota do salazarismo e do nazismo. Se fores distante, nem a verbalização metafórica de um banano é admitida. O primeiro-ministro definiu um novo patamar de referência para futuro. Certamente, tudo será diferente, transparente e sem ziguezagues em função da salvaguarda da manutenção do poder pessoal.
Entre tentativas de marcação de agenda política, medidas tomadas com imaturidade e ensaios de divergência entre os partidos que sustentam o governo começam a proliferar demasiados agentes sociais de trombas, uns porque não foi cumprida a esperança que tinha sido gerada, outros porque o que é concretizado é feito com confrangedora ligeireza.
É como se o informalismo, ao invés de ser um instrumento de proximidade com as pessoas, partilhado pelo governo e pela Presidência da República, fosse um fim em si mesmo, sem ter em conta as existências, as expetativas e as consequências. A certa altura vai gerar mais problemas do que soluções.
O problema é que, apesar do anunciado tempo novo, a realidade interpela-nos com a força de uma trombada de elefante: o crédito às empresas reduz pelo segundo mês consecutivo, o crédito malparado voltou a subir e o desemprego também. E para esses não há “pro bonos” que nos valham.O problema é que, apesar do anunciado tempo novo, a realidade interpela-nos com a força de uma trombada de elefante: o crédito às empresas reduz pelo segundo mês consecutivo, o crédito malparado voltou a subir e o desemprego também. E para esses não há “pro bonos” que nos valham
(transcrição parcial do artigo de António Galamba no jornal "i" de ontem)
quarta-feira, 9 de março de 2016
A CONSAGRAÇÃO DO QUARTO PODER
Finalmente, chegou o dia grande, laboriosamente preparado durante uma vida. De resto, Marcelo nasceu bem próximo do poder e da comunicação social. O seu pai, o médico Baltasar Rebelo de Sousa, foi Subsecretário de Estado da Educação Nacional (1955-61), deputado à Assembleia Nacional por Évora (1953) e Braga (1957), Governador Geral de Moçambique (1968-70) e ministro - Saúde e Assistência (1970-73), Corporações e Previdência Social (1973) e Ultramar (1974). O seu padrinho, eng. Camilo Mendonça, foi o primeiro presidente do Conselho de Administração da RTP e certamente as conversas em família, então encetadas pelo Prof. Marcello Caetano, não deixaram de o influenciar para a intervenção, como jornalista, no Expresso e, como comentador político, nas televisões.
Por outro lado a sua formação académica e posterior cátedra em direito administrativo, provávelmente sob os auspícios do Prof. Marcello Caetano, de quem foi discípulo na FDL, revelaram-lhe desde logo a ligação entre a universidade (e o ser bom aluno e professor) e o poder. Nesta matéria, poucos como Marcelo Rebelo de Sousa estarão cientes da necessidade urgente da reforma do Estado e da Administração Pública e da necessidade urgente de reformar os códigos administrativos e de inverter a "privatização" dos funcionários públicos e a diminuição dos seus direitos, o que muito tem contribuído para a fragmentação dos organismos do Estado, conjuntamente com a nomeação partidária mais ou menos camuflada das chefias (a todos os níveis), e o desrespeito pelo procedimento administrativo (e pela lei), sob o pretexto da desburocratização.
Quando, hoje em dia, um trabalhador do Estado, para tranquilizar a sua consciência, não pode invocar o direito de respeitosa representação para evitar ordens ilegais, isso significa que alguma coisa vai mal do ponto de vista moral e legal. Imaginem um corrupto no cargo de director-geral a mandar em funcionários subservientes (e, eventualmente, também corruptos) ao que inevitavelmente conduz: um organismo de malfeitores ou, justamente, uma associação de malfeitores.
Quando, hoje em dia, um trabalhador do Estado, para tranquilizar a sua consciência, não pode invocar o direito de respeitosa representação para evitar ordens ilegais, isso significa que alguma coisa vai mal do ponto de vista moral e legal. Imaginem um corrupto no cargo de director-geral a mandar em funcionários subservientes (e, eventualmente, também corruptos) ao que inevitavelmente conduz: um organismo de malfeitores ou, justamente, uma associação de malfeitores.
Tal como na saúde, o melhor remédio é a prevenção. Mas, para isso, nada melhor que tomar medidas de fundo e produzir legislação adequada. A legislação não tem que ser abundante. Tem é que não ser contraditória com a existente. E em bom português, para que toda a gente entenda. (A propósito: quantas rectificações são publicadas no Diário da República?).
Marcelo Rebelo de Sousa, como PR, não pode fazer muito. Mas pode fazer alguma coisa. Afinal, poucos anteriores presidentes, tiveram como ele o ambiente familiar, a formação, a preparação e a experiência conveniente para o cargo. Deixámos de ter comentador ao fim de semana, mas esperamos ter presidente a tempo inteiro. A bem da Nação.
sábado, 27 de fevereiro de 2016
CONCEPT_ONE É O MAIS RÁPIDO
Vai ser apresentado no próximo Salão Automóvel de Genève (3-13 Março) o carro eletrico mais rápido do mundo. Trata-se do Concept_One que, com uma bateria de 8450 células, consegue atingir a potência de 1073 cavalos. Vai dos 0 aos 100 Km/h em 2,6 segundos, sendo mais rápido que o MCLaren P1 (2,7 s) e o Tesla Ludicrous Mode (2,8 s).
Ligações: Concept_One Introduction [Rimac-Automobili]; The Electric Underdog - Rimac Automobili [carThrottle]; A Croatian Startup Is Finally Starting Production Of Its Electric Supercar [BI]; I just tried out Tesla's new 'Ludicrous Mode' Model S7 [BI]; McLaren Automobile; Tesla Motors; Pagani Automobili; Koenigsegg Automotive; Bugatti Automobiles.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
DEDOS MAIORES QUE O TECLADO
Mas há outra solução, muito mais simples e gratuita, se o nosso mini dispositivo for android. Trata-se da aplicação Minuum Keyboard Free + Emoji, que pode carregar directamente do Google Play e cuja utilidade pode ver melhor no sítio do Minuum (que também tem solução para o seu apple watch ou dispositivo IOS). Experimente. Até pode dimensionar as teclas!
domingo, 31 de janeiro de 2016
PREMONIÇÃO OU NEM TANTO
Premonição (ou previsão...) é ter incluído no percurso a casa de Marcelo.
E agora?!
É preciso continuar a caminhada. O amanhã é hoje.
Ligação: Releia os nossos artigos sobre Marcelo Rebelo de Sousa e sorria...
E agora?!
É preciso continuar a caminhada. O amanhã é hoje.
Ligação: Releia os nossos artigos sobre Marcelo Rebelo de Sousa e sorria...
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AUSTERIDADE - CONTAS PÚBLICAS - CONTRATAÇÃO PÚBLICA - CORRUPÇÃO - CRISE FINANCEIRA - CULTURA - DESPORTO - DGEMN - DIA COMEMORATIVO - DIREITOS FUNDAMENTAIS - DÍVIDA PÚBLICA - EDUCAÇÃO - ECONOMIA & FINANÇAS - ESTADO DA NAÇÃO -  ÉTICA  - HABILITAÇÕES - HUMOR - JUSTIÇA - LEGALIDADE - NOMEAÇÕES - PATRIMÓNIO IMOBILIÁRIO PÚBLICO - PLANO INCLINADO - POLÍTICA - POLÍTICA CULTURAL - PRACE - PRINCÍPIO DA MELHORIA INCONTESTÁVEL - REABILITAÇÃO - TERREIRO DO PAÇO
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