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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

MARINHO: POVO ESTÁ NO LIMITE DAS SUAS CAPACIDADES

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A crise também está a ser usada como pretexto para satisfazer antigas reivindicações dos sectores mais retrógrados dos nossos empresários, sobretudo daqueles que não foram capazes de se adaptar às exigências da modernidade e persistem agarrados aos arquétipos do mais primário liberalismo económico.
Em Portugal sempre foi mais fácil ser patrão do que ser empresário.
Mais fácil e mais compensador.
Os direitos laborais e sociais dos cidadãos deste país não são a causa desta crise nem constituem um obstáculo sério à sua superação.
Todavia parece que a receita para a vencer passa pelo empobrecimento generalizado da população.
Todos temos a percepção de que os sacrifícios que estão a ser impostos aos portugueses são desproporcionados em relação à gravidade da situação e não são equitativamente distribuídos.
A uns exige-se mais do que a outros e, em muitos casos, aqueles a quem mais se exige não são, seguramente, os que mais podem contribuir.
O povo português está no limite das suas capacidades e começa a dar sinais preocupantes de não suportar mais sacrifícios.
Há, de facto, um limite para os sacrifícios e esse limite já foi ultrapassado sem que, aparentemente, os nossos governantes se preocupem com isso.
(...)

sábado, 12 de novembro de 2011

MARINHO EQUIPARA MINISTRA A RAPOSA

Na cerimónia de abertura do Congresso dos Advogados Portugueses, na Figueira da Foz, a ministra Paula Teixeira da Cruz acusou o bastonário Marinho e Pinto de usar o ataque pessoal  e de ser a única excepção no diálogo do Ministério da Justiça com os operadores judiciários, afirmando: 
«Quero dizer aqui, nesta casa, olhos nos olhos, que a única excepção que devo registar tem sido a do senhor bastonário da Ordem dos Advogados, que não hesitou em introduzir no seu discurso o ataque pessoal como forma de endurecer o ataque ao ministério da Justiça e, na minha pessoa, a todo o Governo».
Já depois da ministra ter saído, Marinho e Pinto respondeu:
Aprendi também a não responder a quente. Aprendi a aguardar e a deixar correr o tempo porque os actos falam mais e melhor do que as palavras. Aprendi também uma máxima muito antiga, mas que foi a profissão de advogado que me ensinou: As raposas mudam de pelo, mas não mudam de géneros nem de hábitos.

Ligações: Discurso da Ministra da Justiça ; Discurso do Bastonário da OA .

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