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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

PLANO INCLINADO SUSPENSO

Lápis azul de regresso, desta vez de outra cor, tanto faz. Quem diria ?
É verdade, o programa Plano Inclinado dos sábados à noite foi provisoriamente suspenso definitivamente, - como diz o José António Saraiva - que o que faz falta é enganar a malta.
Mário Crespo não faz comentários e Medina Carreira diz que não é da SIC e sugere que perguntem à direcção de programas. António José Teixeira diz, vagamente, que a SIC está a ponderar uma nova estratégia para o programa, como já aconteceu noutras situações...
A última edição teve a presença de Henrique Neto. Moral da história: se um Henrique incomoda muita gente, dois Henriques incomodam muito mais.
Temos a censura em todo o seu esplendor . Por ordem do Padrinho ?

sábado, 19 de fevereiro de 2011

DOIS HENRIQUES SEM PAPAS NA LÍNGUA

As manobras contabilísticas do Estado só provam que o País vai precisar de ajuda e a vinda do FMI é uma questão de tempo e, para agravar, já estamos em recessão.
Neste Plano Inclinado, dois Henriques (Medina Carreira e Neto) e Mário Crespo analisam a economia e as finanças nacionais, inferindo que precisamos urgentemente de aumentar as exportações para o dobro.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

DÍVIDA EXTERNA: A CHINA PODE SALVAR-NOS ?

Carlos Monjardino, presidente da Fundação Oriente, debate com Medina Carreira e Mário Crespo a divida externa portuguesa, com a Europa e a China de permeio (o valor histórico do relacionamento com Portugal pesa, segundo Monjardino).
Só os portugueses podem salvar Portugal. Sem ideias novas e políticas novas não se salda a dívida, nem se vence a crise. (Re)veja.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Luís Nazaré: A propaganda é uma arma de qualquer governação

No último Plano Inclinado, Luís Nazaré, gestor e docente do ISEG, debateu com Medina Carreria e Mário Crespo a situação económica e financeira nacional.
Foram comparadas as taxas de crescimento de diferentes regiões do globo na última década: a Europa cresceu 14%, a América do Norte 18%,a Amérca Latina 39%, África 63%, Médio Oriente 60%, a Rússia 59%, os "tigres asiáticos" 52%, a Índia 104% e a China 171%. Entre 1960 e 1999, Portugal foi o quinto país com maior crescimento mundial ( 350%), embora este crescimento se deva às más razões (mão de obra barata, trabalho infantil...). A economia portuguesa foi caindo pouco a pouco, enquanto os impostos foram aumentando progressivamente. O ensino em Portugal: a massificação e a diminuição da qualidade. Foi o Estado que proporcionou melhor educação, melhor saúde, melhores comunicações... mas com dinheiro emprestado.
Apesar das actuais dificuldades, Nazaré conjectura que, lá para 2015, poderá ocorrer a abertura de uma janela.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Por um governo de salvação nacional (II)

Soares dos Santos, Medina Carreira e Mário Crespo debateram o estado da Nação empresarial e a crise financeira. Decidir uma estratégia e implementá-la não pode ser feito pelas mesmas pessoas. A evolução histórica da dívida pública portuguesa e porque é preciso fazer contas para ultrapassar a actual situação. A necessidade de um governo de salvação nacional.




´Sugestão: Leia o nosso artigo anterior Por um governo de salvação nacional.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Alemanha e França pretendem que Portugal recorra à UE

Segundo a Spiegel online,a Alemanha e a França pretendem que Portugal aceite ajuda financeira internacional rapidamente e, assim, querem evitar que a crise da dívida soberana portuguesa alastre a Espanha e à Belgica.
Esta posição surge na sequência de, na semana passada, a taxa de juro para uma emissão obrigacionista a 6 meses ter sido colocada por Portugal a 3,69%.
Entretanto, Medina Carreira e Soares dos Santos analisaram, com Mário Crespo, no último Plano Inclinado, soluções para a crise.


domingo, 14 de novembro de 2010

Instabilidade política

Em entrevista ao Expresso, o ministro dos Negócios Estrangeiros, em véspera da Cimeira da NATO em Lisboa, vem defender um governo de coligação, o que traduz a dificuldade do governo do PS em assumir sozinho a execução de um orçamento de austeridade que, de resto, mostra ser pouco viável, como é bem patente na subida de juro da dívida pública portuguesa, nos mercados financeiros, após o acordo entre o governo e o PSD.
Esta semana, a instabilidade política foi analisada no Plano Inclinado da SICnotícias, com Angelo Correia, Medina Carreira e Mário Crespo.
A (re)ver com atenção.

Entretanto, em Macau, Sócrates solicita ajuda internacional para a compra de dívida pública portuguesa, nomeadamente a Timor Leste, e, em declarações públicas, mostra-se compreeensivo com a entrevista do seu ministro Luís Amado. Em contrapartida, o Diário de Notícias traz a público que, em ´tempo de austeridade, o governo fez 270 nomeações num mês e meio, o que traduz um entendimento pouco compreensível da actual situação do País, por parte de quem nos governa.

domingo, 17 de outubro de 2010

Proposta de Orçamento de Estado 2011: o total descontrolo das despesas públicas

No Plano Inclinado de ontem, João Cantigas Esteves, Tiago Caiado Guerreiro, Medina Carreira e Mário Crespo opinaram sobre o OE 2011.
A loucura do lado da despesa: em 2010, a despesa corrente subiu 5,5 % e os impostos 4,15 %, o que traduz bem o descontrolo das contas públicas que o próprio ministro Teixeira dos Santos reconheceu na apresentação pública do OE 2011, quando falou no descontrolo na saúde, nas Estradas de Portugal, etc.
Fala-se que o OE 2011 é um cardápio de impostos sem estrtátegia e com um cenário macroeconómico irrealista.
Mas, o melhor é (re)ver e ouvir...


Aceda à versão oficial completa do OE 2011 (Proposta de Lei nº42/XI - OE 2011 e Mapas).

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Dívida Pública: é urgente tomar medidas antes que seja tarde

Silva Lopes, ex-ministro das Finanças e ex-governador do Banco de Portugal, foi ao Plano Inclinado e, conjuntamente, com Medina Carreira, João Duque e Mário Crespo analisaram as finanças públicas.
A independência nacional está em risco.
(Re)veja e confira.   À medida que o tempo passa, sem serem tomadas as medidas mais convenientes, a situação vai sendo cada vez mais grave...



segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Crise económica: o sindicalismo é um parceiro ou um obstáculo ?

O alargamento europeu e como é que se compagina com o sindicalismo em Portugal ?
Como enfrentar a deslocalização e a localização e como tornar atractivo o investimento em Portugal ?

Estas questões e muitas outras foram discutidas no último Plano Inclinado, de 31 de Julho, com Manuel Carvalho da Silva, João Duque, Medina Carreira e Mário Crespo.

Vale a pena (re)ver.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

União Europeia, o fim da miragem ?

A situação económica e financeira do país é - quer se queira, quer não - um libelo acusatório ao sistema político e aos governantes que idealisticamente propagaram a liberdade, a igualdade, a fraternidade;  platonicamente "libertaram" outros povos e, sucessivamente, projectaram o destino nacional numa Europa a crescer em extensão e a diminuir em coesão.
Ora, as comunidades de nações, tal como as comunidades biológicas, regem-se naturalmente pela lei do mais forte, em que o mais fraco é pura e simplesmente subjugado ou eliminado.
A Europa dos fundos estruturais acabou. E aqueles que pensavam e difundiam que era possível viver à custa dos países mais ricos, só lhes resta a dura realidade de conferir que só podem contar consigo próprios e caminhar com os seus próprios pés.
A actual situação financeira do país é demasiado grave e a situação económica débil é estrutural, não nos proporcionando recursos suficientes para fazer face ao serviço da dívida e, muito menos, à sua amortização. A solução para o problema é inevitávelmente política.
Como se diz neste último Plano Inclinado*, a democracia é um sistema político caro´e apenas adequado a povos educados.


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*com Miguel Beleza e os habituais Medina Carreira e Mário Crespo.

terça-feira, 18 de maio de 2010

PORDATA e o direito à informação

"Knowledge will forever govern ignorance; and a people who mean to be their own governors must arm themselves with the power which knowledge gives.*" James Madison.
Esta citação do quarto presidente dos Estados Unidos (de 1809 a 1817) a par de outra ( a popular government without popular information or the means of acquiring it, is but a prologue to a farce, or a tragedy, or perhaps both **) têm uma actualidade acutilante em Portugal.
Em primeiro lugar, quando conferimos a situação actual da educação no nosso país com o domínio do "eduquês" - que políticamente é irresistível (porque melhora as estatísticas e dá mais votos) - e a partidarização generalizada dos cargos dirigentes da Administração Pública, em detrimento da competencia técnica e da experiência profissional.
Em segundo lugar, quando se verifica com tanta frequência a manipulação da informação e dos números. Se há cada vez mais estatísticas sobre os mais variados sectores da sociedade, é necessário estar atento à confiança, ao rigor e à relevância dos conteúdos estatísticos e ter bem presente que mais informação não implica necessáriamente maior conhecimento ou maior eficiência governativa.
No Plano Inclinado de 15 de Maio 2010, António Barreto junta-se a Nuno Crato, João Duque e Mário Crespo para falar da Pordata, uma iniciativa louvável da Fundação Francisco Manuel dos Santos. Neste programa fala-se, também, do deficit e de como a manipulação dos números pode enganar quase toda a gente durante muito tempo.
Vale a pena (re)ver.  


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*O conhecimento terá de governar sempre a ignorância; e o povo que quer ser o seu próprio governo terá que se armar com o poder que o conhecimento dá.
**Um governo para o povo sem que o povo tenha informação ou os meios de a adquirir, não passa do prólogo a uma farsa, ou a uma tragédia, ou se calhar os dois.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O "eduquês" ou as "inovações" na educação

A educação é sobretudo uma questão ideológica. O problema central da educação é o "eduquês", que políticamente é irresistível: melhora as estatísticas, dá dinheiro a muita gente e dá mais votos.
O "eduquês" apoderou-se do nosso siatema educativo, introduzindo pedagogias pseudo modernistas que se podem sintetizar em proposições como esta: "É preciso respeitar a opinião do aluno, mesmo que seja incorrecta".
Actualmente os alunos não aprendem a pensar, a ler, a escrever, a estudar... enfim, não aprendem. Por este caminhar, os alunos têm o seu futuro liquidado e a nação caminha a passos largos para o abismo.

Portugal foi o último país europeu a aprender a ler e, com  a escola actual, o País caminha para a dissolução, como se diz neste último Plano Inclinado sobre a Educação, com  Guilherme Valente e os habituais, Nuno Crato, Medina Carreira e Mário Crespo.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Justiça em debate: estamos no caos ?

Pires de Lima, Medina Carreira, Nuno Crato e Mário Crespo debatem a Justiça, no "Plano Inclinado", de 18 de Abril.
O que é que um ministro da justiça deveria fazer? Qual deveria ser o seu perfil ? A morosidade da Justiça. As sucessivas alterações que tornam impossível que alguém possa estar actualizado. A Justiça e a Educação são o grande caos. Elogios ?  Só para o Secretário de Estado João Correia, que está a travar o disparate.
Os juízes são considerados dos profissionais menos prestigiados. Os processos entrados e findos subiram nos últimos anos e, a partir de 1996, os processos pendentes dispararam. O relacionamento institucional entre magistrados do MP e advogados está muito deteriorado. A duração média dos processos cíveis passou de 12 para 36 meses.
A quantidade da legislação é muita, mas a qualidade deixa muito a desejar. A politização da justiça. Os controleiros e os "garotolas" do partido. As consequências do mau funcionamento da justiça no investimento estrangeiro.
A destruição da Administração Pública é uma das principais causas do caos na Justiça. O processo de nomeação do PGR e o segredo de justiça.
Vale a pena (re)ver este Plano Inclinado. 

quarta-feira, 24 de março de 2010

Com o País em crise económica e financeira, que política cultural ?

Na sequência da actual crise financeira e económica nacional, como vai ser o Portugal de 2014 ? Endividado, sem activos o País viverá uma situação complicadíssima. Para além de Mário Crespo, do Prof. João Duque e do Dr. Medina Carreira, em "Plano Inclinado", o Dr. Henrique Neto elogia a resistência heróica dos empresários portugueses às dificuldades que o Estado lhes cria.
E sem dinheiro, com organismos inoperacionais e obsoletos,como vai ser a nossa Cultura ? Se os organismos são inúteis, não seria melhor extingui-los já?
Veja mais este Plano Inclinado e tire as suas conclusões.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

É urgente regenerar a Administração Pública

Henrique Medina Carreira, Nuno Crato, João Salgueiro e Mário Crespo debateram a actualidade política nacional, no "Plano Inclinado" do passado dia 15 de Fevereiro, e defenderam que é necessário requalificar os partidos e regenerar a Administração Pública.

Para requalificar a política é necessário requalificar os partidos. Os portugueses gostariam de escolher os deputados. Actualmente, os deputados são escolhidos pelo local onde são colocados e pela sua "subserviência" às hierarquias partidárias.

Em relação à Administração Pública, segundo João Salgueiro, "há gente muito boa na Administração Pública, mas tende a ser penalizada porque os Gabinetes têm staff ao lado, em paralelo, depois ainda se encomendam estudos às agências de estudos e análises, etc."
"Eu sou do tempo em que a Administração Pública tinha altos valores. Havia direcções-gerais de alto prestígio e havia técnicos de primeira linha, mais competentes em muitas áreas de engenharia, de economia que no sector privado." diz João Salgueiro.
Reconhece que se tem vindo a desqualificar a administração pública e que ainda há muita gente boa, dizendo ainda que "é altura de tentarmos lutar para que a Administração Pública tenha um papel mais objectivo e esclarecido em relação aos problemas nacionais. Senão, é o amadorismo(...)".

Veja este Plano Inclinado. Pensamos que vale a pena.

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