quarta-feira, 4 de julho de 2007

CAPELA DE SANTANA, NA COLUMBEIRA (BOMBARRAL) ESTÁ A SER ALVO DE UM ESTUDO DA DGEMN

Agora, que havia tanta vontade de trabalhar (a fazer fé nas palavras de V. Costa e M. Alçada), é que a DGEMN foi extinta. Transcrevemos, com a devida vénia, excertos do artigo de Fátima Ferreira no Gazeta das Caldas on-line ,em 29 de Junho 2007.
De acordo com Luís Camilo, presidente do Bombarral, o Director da DGEMN, Vasco Costa, já visitou o local e mostrou a disponiblidade do instituto para fazer o levantamento e projecto de recuperação do imóvel do ponto de vista estrutural e a projecção de dinâmicas para revalorizar o espaço novamente e torna-lo atractivo.
(...)
Os técnicos da DGEMN já estiveram no local e encontram-se agora a fazer um estudo de recuperação do imóvel. Luís Camilo realça que a experiência deste departamento da área do património "é muito boa, dado que os projectos que fazem tratam efectivamente da recuperação e conseguem ter uma visão das situações, fazendo a rentabilização em termos de investimento".
(...) O autarca
Espera agora um parecer da DGEMN para saber se será necessário efectuar a intervenção sobretudo para a realização das festas da localidade, que irão ter lugar em início de Setembro.

"É importante que se preservem todas as memórias patrimoniais existentes"
Margarida Alçada, directora de serviços da DGEMN, explicou, em alemão técnico, à Gazeta das Caldas, que num encontro que tiveram com a comissão local procuraram transmitir o interesse para que aquele património fosse mantido. "Tem uma grande importância para a população e ocupa um lugar bastante bonito na paisagem, pelo que há muitas coisas que ali podem ser feitas" justificou.
A especialista em preservação do património referiu ainda que a capela é "interessante enquanto ruína" e que, embora não seja suficiente, só por si, para ser visitada, pode ter uma função na vida local.
Imaginem quão interessante enquanto ruína seria o Terreiro do Paço em 1755, a seguir ao terramoto. Com tanta ruína, seria suficiente, só por si, para ser visitado e o Sebastião José e o rei D. José não precisavam de se ter preocupado com a reconstrução de Lisboa.
Certamente, agora, estaríamos a ser inundados com euros das visitas dos turistas, principalmente dos nossos parceiros europeus, que trocariam de bom grado Paris e o Louvre por Lisboa e o Terreiro do Paço.

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