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domingo, 30 de junho de 2013

REVELADOS MAIS PORMENORES DO 'PRISM'

The Washington Post revelou mais quatro slides sobre o programa secreto PRISM. Fornecidos por Edward Snowden, mostram mais pormenores sobre o fluxo de informação entre as empresas privadas e a NSA, como a informação era tratada e como muita gente era visada no âmbito do programa PRISM.
Estes novos slides - de um total de 41 que Snowden entregou a The Guardian e The Wasington Post - parecem contradizer as versões de acesso directo, através de servidores de empresas privadas, e reclamações de que a NSA actuaria à margem da lei.
O primeiro slide mostra o processo de definição do alvo por um analista da NSA, supervisionado também pelo FBI, para assegurar que não são espiados cidadãos americanos. No segundo slide é exibido um fluxograma, com empresas privadas como Yahoo ou Google, fornecendo dados ao FBI e depois à NSA para processamento a pedido. 
Talvez o slide mais interessante seja o quarto, que diz estarem em curso 117.675 alvos de vigilância, em 5 Abril. 
Relativamente ao programa PRISM, tornado público a 6 de Junho, dizia-se inicialmente que a NSA tinha acesso directo aos servidores de empresas de serviços internet, como Google, Facebook e Skype. Todas elas negaram veementemente qualquer envolvimento e o director da NSA, James Clapper, reforçou que o programa estava de acordo com a lei americana.

Ligações: NSA slides explain the PRISM data-collection program [The Washington Post]; 11 Things You Should Know About Domestic Spying [Powerfullinfo /AP]; DNI Statement on the Collection of Intelligence Pursuant to Section 702 of the Foreign Intelligence Surveillance Act;  [DNI]; What's On the Other 37 PRISM Slides? [Mother Jones].

sexta-feira, 7 de junho de 2013

EUA ESPIAM PELOS SERVIDORES DAS REDES SOCIAIS

O director da National Intelligence dos EUA, James Clapper, emitiu uma declaração a defender a administração Obama de notícias de que a National Security Agency controla e tem acesso directo aos servidores e aos dados dos clientes das 9 principais empresas da web: Microsoft, Apple, Google, Yahoo, Facebook, PalTalk, AOL, Skype e YouTube. 
Nessa declaração, Clapper disse que os dados recolhidos no âmbito do programa PRISM são necessários à segurança nacional e não visam cidadãos dos Estados Unidos. James Clapper respondia, assim, a relatos alarmantes de The Washington Post e The Guardian sobre o PRISM que, até agora, tinha sido mantido secreto.
O programa PRISM foi criado em 2007, custa anualmente cerca de 20 milhões de dólares e permite a monitorização global de e-mails, mensagens instantâneas, vídeos, fotografias, ficheiros armazenados nas clouds, conversas de voz, ficheiros transferidos, vídeo-conferências, horário de entrada e saída da rede, perfis das redes sociais.

LigaçõesDocuments: U.S. mining data from 9 leading Internet firms; companies deny knowledge [The Washington Post]; NSA taps in to internet giants' systems to mine user data, secret files reveal [The Guardian]; REPORT: Tech Giants Share Shocking Amount Of User Data With The Government [Business Insider]; Top U.S. intel official challenges reports that spy agencies mined Internet data [CNN]; U.S. Says It Gathers Online Data Abroad [NYT].

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