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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Depois da vida

No passado dia 22 de Janeiro foi para o ar, apresentado por Iva Domingues, mais um "Depois da vida", este com a particularidade de ter sido gravado com Carlos Castro, em Outubro do ano passado.
Recorda-se que o programa propõe aos convidados uma conversa com familiares já falecidos, contando com a participação de uma medium inglesa.
Neste programa, Carlos Castro aparece a falar com a mãe. Afinal, eu sou um homem que acredita que deve haver alguma luz. Caso contrário, que seríamos nós neste mundo?, interrogava o cronista na promoção do programa, transmitido pela TVI.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Carlos Castro, em 2007: o fim está próximo

Em 2 Junho 2007, prestes a lançar o seu livro de memórias "Solidão Povoada", Carlos Castro concedeu uma entrevista a José Fialho Gouveia (revista Tabú, do semanário Sol). Falou do pai que o amarrava à mesa, do vizinho que o violou aos seis anos e das muitas vezes em que foi abusado na prisão. Recordou o tempo em que viveu na rua, os amores e o sucesso que conquistou. A terminar, premonitóriamente, afirmou na entrevista que o seu fim estava próximo.
(...)
Por que decidiu publicar este livro agora, visitar tantos fantasmas e revelar tanta coisa?
Porque penso que o meu tempo de vida está a acabar.

Está doente?
Não. É algo que sinto.

Tem a certeza de que o fim está próximo?
Absoluta. É uma certeza minha. Profundamenteminha. Tenho noção de que muita gente por esse país fora irá deitar uma lágrima e dizer que morreu um grande homem. Pelo menos aquelas que me cumprimentam na rua e que gostam de mim.

Diz que o fim está próximo. Quão próximo?
Próximo. Já ultrapassei os 60 e não tenho apetência para uma caminhada muito mais longa.

Termina o livro escrevendo: ‘Quando morrer quero ser cremado. As minhas cinzas atiradas pelas ruas da Broadway, em Nova Iorque. Não me perguntem porquê’. Porquê?
[com os olhos cheios de lágrimas] Muita coisa me marcou em Nova Iorque. O bom teatro da Broadway, os grandes concertos que vi. Sinatra, Liza Minelli, Aretha Franklin. Poucos podem dizer que vi. Eu vi, viajei e toquei. O Carlos Castro é muito mais do que um cronista de costumes.

Leia a entrevista completa e veja o dossier do crime no portal do Sol.

Carlos Castro na Praça da Alegria (23 Maio 2008)

Sugestão: Leia também o artigo do "i" de um caso em que o assassino não se assumia como homossexual: Trumps. A lenda do Gay Artur ou as coincidências de um assassinato .

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Seabra confessa crime

Segundo o Correio da Manhã, o modelo Renato Seabra, que acompanhou Carlos Castro na passagem de ano em Nova Iorque, confessou o crime à polícia e disse que castrou o cronista, com um saca-rolhas, para “curar o Carlos Castro da sua homossexualidade”.
O crime chocou o País e tem sido notícia nos media nacionais e internacionais. 
Veja este vídeo do "One qustion a day".

Sugestão: Conheça também a notícia da CNN online; de The New York Times.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Crime em Nova Iorque choca o País

Este fim de semana, o País foi surpreendido com o assassinato do jornalista Carlos Castro em Nova Iorque.
(Re)veja os últimos vídeos.
Jornalista Luís Pires revela pormenores do crime


Carlos Castro, cronista social, ligado ao mundo do espectáculo


Renato Seabra, modelo, principal suspeito


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