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terça-feira, 6 de setembro de 2011

IGF VAI AUDITAR PARQUE ESCOLAR

Nuno Crato solicitou à Inspecção-Geral de Finanças (IGF) uma auditoria financeira, com componente técnica e administrativa, às contas da Parque Escolar, cujo endividamento se situa nos 946 milhões de euros.
A empresa foi criada por José Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues para requalificar e gerir os edifícios de mais de 300 escolas secundárias e tem sido objecto de diversos reparos e denúncias por processos de adjudicação pouco transparentes de projectos e obras, nomeadamente com suspeita de relações promíscuas entre adjudicados e administradores

Ligações: os nossos artigos referindo a Parque Escolar ; O estranho caso da Parque Escolar (jornal "i"); Parque Escolar vai cobrar 50 milhões em rendas em 2011 (Diário de Notícias).

sexta-feira, 11 de março de 2011

AINDA O TELEMÓVEL DO JUÍZ CARLOS ALEXANDRE

"Quero sentir-me livre, Se isto é problema, pago o telemóvel e dispenso os seguranças", declarou ao "i" o superjuíz, que já tinha sofrido uma redução salarial de 700 euros, a quem o Estado deve 3 mil euros de dívidas acumuladas por processos militares, e que viu o plafond de telemóvel reduzido a cinco euros.

"No passado dia 22 de Fevereiro, estava numa busca, em Mangualde, e no final de uma chamada aparece uma mensagem a dizer que o meu saldo era de dois euros." Até ali, Carlos Alexandre, presidente do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), garante que nada sabia sobre o limite de plafond naquele telemóvel. Como restavam apenas dois euros, o juiz utilizou o telemóvel de um dos seguranças que o acompanha (cujo plafond pode atingir 25 euros) para ligar ao TCIC. "Disse o que se passava e pedi que me ligassem quando desse um toque, porque não podia fazer mais chamadas. Como se faz com aquilo dos moches", conta. Quando regressou ao local de trabalho, depois de passar parte da manhã e início da tarde a dar toques para receber telefonemas, Carlos Alexandre, perguntou ao secretário do tribunal o que se passava.
O superjuiz diz que durante a conversa com o secretário do TCIC ficou a saber que "a ordem era transversal" e havia só dois tipos de plafond na justiça, para além dos cargos superiores, nomeadamente do governo. "Uns têm 15 euros e as chefias têm 75." Já ciente do limite que não poderia ultrapassar, o juiz avisou as pessoas com quem contacta diariamente que devem ligar-lhe quando recebessem o toque. Era o caso dos procuradores do DCIAP (Departamento Central de Investigação e Acção Penal), com quem trabalha em conjunto, no caso de diligências comuns, e que têm plafond ilimitado da PGR.

A propósito deste caso do telemóvel, confira as declarações do presidente do sindicato dos juízes e, sobretudo, do Director Geral da Administração da Justiça. Porque é que ele não compreende a atitude do juiz Carlos Alexandre ?


Ligação: Texto completo de Cláudia Garcia no "i" online.

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