sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

HÁ MEIO SÉCULO COMEÇAVA A GUERRA EM ÁFRICA

Na madrugada de 4 de Fevereiro de 1961, militantes do MPLA assaltaram dois estabelecimentos prisionais e uma esquadra de polícia, em Luanda. Mais tarde, em 15 de Março, a UPA, União dos Povos de Angola, lança uma série de ataques em zonas isoladas, tentando erradicar a população branca.
Era o tempo do império e não havia défice. A democracia tem preço elevado ?

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Lacão vai discutir redução de número de deputados com Macedo

Vitalino Canas pediu a Lacão explicações sobre o seu comportamento de defender a redução do número dos deputados, havendo mesmo elementos da bancada socialista a considerarem que o ministro não tem condições para continuar.
A bancada socialista reagiu de forma ainda máis crítica perante a insistência do ministro Jorge Lacão em continuar a defender a diminuição do número de deputados e se ter disponibilizado a reunir com Miguel Macedo, presidente do Grupo Parlamentar do PSD, para discutir esta questão.



Egipto: 7 mortos nas últimas 24 horas

Hoje de manhã foram abatidas quatro pessoas por tiros disparados contra manifestantes anti-Hosni Moubarak, elevando para sete o número de vítimas nas últimas 24 horas nas manifs de protesto no Cairo, totalizando cerca de 307 mortos, desde o início das manifestações, no dia 25 de Janeiro.



quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Cuidado com as gravações ilegítimas

O advogado Ricardo Sá Fernandes gravou sem autorização judicial uma conversa com Domingos Névoa e, ao mostrá-la ao Ministério Público (MP), pediram-lhe para repetir a mesma conversa com autorização e utilizando gravadores da Polícia Judiciária. Por via dessa primeira gravação, recebeu, na terça-feira passada, a acusação do MP de gravação ilegítima.
O advogado considera esta acusação uma "traição moral"...

Moral da história: Se, por ventura ou por casualidade, gravar uma conversa de um bombista a dizer que vai fazer explodir o Metro ou a Assembleia da República, não faça a denúncia às autoridades ou ao MP. É que, gravações sem autorização prévia, através de mandato judicial, não fazem prova em tribunal e, ainda, pode ser objecto de acusação de gravação ilegítima.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

"LOVE THE WAY YOU LIE" TEM VERSÃO PORTUGUESA

A ironia chegou-nos, em primeira mão, do oriente. José Martins, sempre atento e oportuno, no seu Aqui Tailândia traz-nos, lá de longe, o humor, de aqui bem perto, afinado para A Última Ceia, da SIC Radical. 
Não se chama adoro a maneira como me aldrabas nem é uma love story à portuguesa, versão José Vilhena.
Rui Unas, em duo com Cláudia Semedo, manteve a música original e construiu a versão "Eu sou PM". Compare. É o humor da crise.
Eu sou o PM


Love the way you lie

CARRILHO: NÃO SE SAI DA CRISE SEM IDEIAS NOVAS

No seu último comentário quinzenal na TVI, Manuel Maria Carrilho falou das presidenciais (a legitimidade do presidente ficou reforçada mas a campanha debilitou-lhe a autoridade) e da porta de oportunidade para o presidente contribuir para um governo maioritário, num contexto de crise económica grave.
Carrilho prognosticou a mais que provável remodelação do governo. Sócrates prepara a melhor oportunidade, mas corre o risco de «perder os melhores trunfos». Estamos num jogo de sombras em que todos os calculismos se escondem.
Quanto ao próximo congresso do PS, Carrilho receia que aconteça como nos outros: ocorrendo depois da eleição directa do líder, não há qualquer verdade, qualquer autenticidade, perdendo-se a oportunidade para a discussão e o debate de ideias, tão necessária e urgente, sobretudo em tempo de crise.
E, se o congresso se limitar apenas à entronização do líder, prosseguiremos com o amadorismo que tem marcado a nossa governação.
Intervenções de Carrilho: Pistas e instrumentos de reflexão

Ligação sugerida: blogue Contingências , de Manuel Maria Carrilho.

Depois da vida

No passado dia 22 de Janeiro foi para o ar, apresentado por Iva Domingues, mais um "Depois da vida", este com a particularidade de ter sido gravado com Carlos Castro, em Outubro do ano passado.
Recorda-se que o programa propõe aos convidados uma conversa com familiares já falecidos, contando com a participação de uma medium inglesa.
Neste programa, Carlos Castro aparece a falar com a mãe. Afinal, eu sou um homem que acredita que deve haver alguma luz. Caso contrário, que seríamos nós neste mundo?, interrogava o cronista na promoção do programa, transmitido pela TVI.

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