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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

AUSTERIDADE EXEMPLAR?

Portugal endividado está nas mãos dos credores. Nos primeiros nove meses o défice (5,2%) ficou abaixo do que o governo acordou com a troika (5,5%). Isto se não entrarmos em conta com os 700 milhões emprestados ao Banif.

sábado, 18 de maio de 2013

A FORÇA DE ACREDITAR

"Também gostava de ter um emprego como a Conceição Leal", disse-nos um ex-DGEMN, ao ler a notícia do Expresso de que uma senhora, gestora de um banco intervencionado pelo Estado, ganhava mais que qualquer dos outros administradores de bancos em Portugal. O nosso leitor - que anda muito preocupado com os cortes na sua pensão e foi gestor público - ficou, no entanto, resignado quando se lembrou do curriculum de Conceição Leal (foi administradora da RTP) e da moradia que ela tinha no Alto do Lagoal ( vendida, entretanto, a um ex-ministro). 

Com o banco intervencionado, a administradora Conceição Leal ganha 982,3 mil euros, mais do que qualquer outro banqueiro em Portugal. 
O Banif está de saída do mercado brasileiro, onde tem uma operação muito pequena. Isto não impediu a atribuição de um prémio de gestão de 533,7 mil euros à administradora do Banif Banco de Investimento Brasil, a que se junta um salário de ¤448,6 mil. 
Conceição Leal recebeu o triplo do que ganhou o presidente do banco Jorge Tomé, e foi o gestor bancário mais bem pago em Portugal. Em 2012, o Estado passou a deter 99,2% do banco.

Ligação: Jesus vale quatro gestoras do Banif ou 10 Ulrich [colocado em 19 Maio].

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

E VOCÊ ? ACREDITA NOS GLUTÕES ?

As injecções de capital público na banca já vão em mais de 14 mil milhões de euros, se contabilizarmos os mais de 7 mil milhões no BPN. Um dos injectados (1100 milhões) é o BANIF, que apresenta muitas semelhanças com o BPN.

sábado, 28 de janeiro de 2012

CUIDADO COM OS TELEFONEMAS DO BANCO

No conhecido sketch publicitário do Banif, a solução estava no banco. Na burla do MB Phone, alguém telefonava a dizer que era do banco, mas não era... 
Transcrevemos a notícia publicada na última edição do Expresso:

A PJ deteve dois homens e uma mulher do MB Phone, um esquema que limpou 100 mil euros das contas bancárias de, pelo menos, 27 vítimas. O líder do grupo, de 45 anos, ficou em prisão preventiva. O esquema era tão básico que só podia resultar: o detido fazia-se passar por funcionário de um banco e telefonava às vítimas. Dizia que havia um problema na conta e no serviço MB Phone e convencia as vítimas a introduzir no sistema um número de telemóvel cedido por ele, a partir do qual controlava as contas. Nem um tostão foi recuperado.

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