Hoje é sábado e a nossa dívida continua a aumentar. São juros e mais juros e a economia não ajuda. É o fado dos pobres. Se é crente, vá à missa, hoje ou amanhã.
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sábado, 2 de agosto de 2014
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
AUSTERIDADE EXEMPLAR?
Portugal endividado está nas mãos dos credores. Nos primeiros nove meses o défice (5,2%) ficou abaixo do que o governo acordou com a troika (5,5%). Isto se não entrarmos em conta com os 700 milhões emprestados ao Banif.
domingo, 27 de outubro de 2013
PAGAR MAIS IMPOSTOS NÃO REDUZ DÉFICE
Apesar do aumento de impostos, o défice público não diminuiu. Quem o diz - e comprova - é Luís Marques Mendes. Mais austeridade não conduziu a menos défice. A política da troika (e do governo) foi um desastre.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
ABRIL ACABA COM DÉFICE A AUMENTAR
O défice orçamental das administrações públicas atingiu os 2.548 milhões de euros até Abril, um aumento de 1.148 milhões de euros só em Abril e mais 600 milhões que o verificado no período homólogo do ano passado.
O agravamento do défice acontece apesar de os impostos directos terem aumentado 17,9% nos primeiros quatro meses de 2013 face a igual período de 2012.
Ligação: Síntese Execução Orçamental 2013 [DGO].
O agravamento do défice acontece apesar de os impostos directos terem aumentado 17,9% nos primeiros quatro meses de 2013 face a igual período de 2012.
Ligação: Síntese Execução Orçamental 2013 [DGO].
segunda-feira, 22 de abril de 2013
GESTÃO DUVIDOSA MOTIVOU SAÍDA DE GOVERNANTES
Os dois secretários de Estado que estão a ser remodelados tiveram, antes de entrarem para o governo, uma intervenção polémica na gestão do Metro do Porto e no endividamento da empresa, que terá motivado a sua saída.
Braga Lino foi director administrativo e financeiro entre 2006 e 2011 e um dos responsáveis pela contratação de produtos financeiros, conhecidos como “swaps”, na Metro do Porto. tendo, ainda, sido consultor financeiro da empresa durante cinco anos.
Já Juvenal Silva Peneda, secretário de Estado Adjunto do ministro da Administração Interna, foi, na mesma altura, membro da comissão executiva da Metro do Porto, responsável pela contratação dos famigerados produtos financeiros.
Recorde-se que, em Setembro 2012, registavam-se 140 contratos de swap, distribuídos por 15 empresas públicas, com valor contratual nominal próximo dos €14 mil milhões. Mais que o Metro do Porto (15 contratos e perdas potenciais de €832 milhões), o Metropolitano de Lisboa era, então, a empresa pública com mais contratos (68), que apontavam para perdas potenciais superiores a mil milhões de euros.
Ligações: Financiamento de risco na Metro do Porto provocou remodelação governamental [Público]; Mais um 'buraco' de 3 mil milhões; Relatórios e Contas 2004 a 2011 [Metro do Porto]; Empresas públicas com buraco financeiro de €3 mil milhões [Expresso 12.01.2013]; Boletim Informativo Sobre o Sector Empresarial do Estado - 3º Trimestre 2012 - pág. 21 a 25 [DGTF].
Recorde-se que, em Setembro 2012, registavam-se 140 contratos de swap, distribuídos por 15 empresas públicas, com valor contratual nominal próximo dos €14 mil milhões. Mais que o Metro do Porto (15 contratos e perdas potenciais de €832 milhões), o Metropolitano de Lisboa era, então, a empresa pública com mais contratos (68), que apontavam para perdas potenciais superiores a mil milhões de euros.
Ligações: Financiamento de risco na Metro do Porto provocou remodelação governamental [Público]; Mais um 'buraco' de 3 mil milhões; Relatórios e Contas 2004 a 2011 [Metro do Porto]; Empresas públicas com buraco financeiro de €3 mil milhões [Expresso 12.01.2013]; Boletim Informativo Sobre o Sector Empresarial do Estado - 3º Trimestre 2012 - pág. 21 a 25 [DGTF].
domingo, 13 de janeiro de 2013
MAIS UM 'BURACO' DE 3 MIL MILHÕES
Os prejuízos financeiros, que ascendiam a 720,1 M€ no final do 2.º trimestre de 2012 (+59,0% que em igual período do ano anterior), continuam a contribuir de forma bastante assinalável para a degradação dos resultados líquidos no SEE, não só pelo volume de endividamento como também em resultado do aumento das taxas de juro suportadas e das perdas registadas com operações de cobertura de risco de taxa de juro (swaps)*.
Pelas contas do Expresso, publicadas na última edição, as perdas em swaps do SEE (Sector Empresarial do Estado) tiveram um agravamento de 500 milhões de euros, ascendendo agora a 3000 milhões de euros.
Pelas contas do Expresso, publicadas na última edição, as perdas em swaps do SEE (Sector Empresarial do Estado) tiveram um agravamento de 500 milhões de euros, ascendendo agora a 3000 milhões de euros.
Ligação: *Boletim Informativo sobre o Sector Empresarial do Estado - 2º Trimestre 2012 [Direcção-Geral do Tesouro e Finanças].
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TEMAS PRINCIPAIS
AUSTERIDADE - CONTAS PÚBLICAS - CONTRATAÇÃO PÚBLICA - CORRUPÇÃO - CRISE FINANCEIRA - CULTURA - DESPORTO - DGEMN - DIA COMEMORATIVO - DIREITOS FUNDAMENTAIS - DÍVIDA PÚBLICA - EDUCAÇÃO - ECONOMIA & FINANÇAS - ESTADO DA NAÇÃO -  ÉTICA  - HABILITAÇÕES - HUMOR - JUSTIÇA - LEGALIDADE - NOMEAÇÕES - PATRIMÓNIO IMOBILIÁRIO PÚBLICO - PLANO INCLINADO - POLÍTICA - POLÍTICA CULTURAL - PRACE - PRINCÍPIO DA MELHORIA INCONTESTÁVEL - REABILITAÇÃO - TERREIRO DO PAÇO
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