Os históricos disseram quase todos "presente" e Relvas ressuscitou das cinzas. Seguro e o PS foram os bombos da festa, ou seja do XXXV Congresso do PSD. Passos desancou, redesancou Seguro e o PS e Rangel seguiu-lhe as pisadas.
Marcelo "fez-se ao piso" para candidato presidencial e antecipou (sem tosse) a sua "conversa em família" para Sábado. Deu umas bicadas em Portas, criticou Seguro e o PS, ao mesmo tempo que falava na necessidade de consensos com o PS.
Às 23:26 apareceram no Coliseu, em simultâneo. Marques Mendes e Santana Lopes. Um vindo do norte, outro vindo do sul. Não tinham jantado juntos.
No PSD é assim: depois de umas bicadas uns nos outros e no partido comum durante os respectivos comentários televisivos, caem nos braços uns dos outros. É o remédio santo em época de crise e de constipações. A cura faz-se com pragmatismo e sumo de laranja e, assim, se alivia o serviço nacional de saúde.
Faltam 8 dias para o carnaval e as europeias estão à porta.