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terça-feira, 18 de junho de 2013

'A VERDADE NÃO PODE SER PARADA'

O ex-colaborador da NSA Edward Snowden respondeu ao vivo de local secreto de Hong Kong, numa sessão de P&R (perguntas e respostas), a perguntas colocadas por leitores de The Guardian. Snowden avisou que a verdade sobre a extensão da vigilância levada a cabo pelas autoridades dos Estados Unidos viria sempre ao de cima, mesmo que ele fosse silenciado. 
Interrogado sobre a divulgação de mais informações secretas, referiu que a publicação não pode ser impedida pela sua prisão ou, mais friamente, pela sua morte e que, nesta altura, o governo dos Estados Unidos já não o pode conter, mesmo prendendo-o ou assassinando-o. A verdade vem aí e não pode ser parada.
É uma grande honra ser acusado de traidor por Dick Cheney, disse, ainda, Snowden.

Leia todas as perguntas e as respostas de Edward Snowden aqui. Veja a opinião dele sobre as negações do Google e do Facebook de colaborarem com o programa PRISM.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

G20 ESPIADO PELO GOVERNO BRITÂNICO

The Guardian noticiou que o governo britânico mandou espiar, através do Government Communications Headquarters (GCHQ), as comunicações e os computadores das delegações que participaram nas duas cimeiras do G20 realizadas em Londres, em Abril e Setembro de 2009. Esta revelação surge na sequência da entrega de documentos feita ao jornal por por Edward Snowden, o informático de 29 anos, actualmente refugiado em Hong Kong, que denunciou recentemente os programas de vigilância da NSA dos Estados Unidos. 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

CONFLITO ISRAELO-PALESTINIANO CHEGOU AO CIBERESPAÇO

Na luta contra Israel, os rockets não são a única arma utlizada pelos palestinianos. A guerra faz-se também na internet. Os sítios do governo de Israel sofreram mais de 44 milhões de ataques desde o início da operação "Pilar de defesa", segundo The Guardian.
Só um ataque teve êxito, ao deitar abaixo um sítio governamental durante 10 minutos. Um dos portais mais visados pelos hackers pró-palestinianos tem sido o do presidente de Israel, que sofreu 10 milhões de ataques, a seguir vem o do ministério dos negócios estrangeiros, com 7 milhões e, depois, vem o portal do primeiro ministro Netanyahu com 3 milhões.
O insucesso destes intensos ataques a sítios do Estado dever-se-á aos investimentos israelitas feitos nos últimos anos no desenvolvimento de sistemas de defesa informática.
Também numerosos sítios não governamentais, em princípio menos protegidos, têm sofrido ataques, nomeadamente pelos célebres Anonymous, que reivindicam ter desfigurado 87 sítios na internet, em poucas horas, após terem anunciado a sua participação no movimento, de acordo com a BBC. Segundo The Guardian, os Anonymous não se juntaram aos outros hackers que pretendem acabar com os bombardeamentos israelitas, mas actuaram face à ameaça de corte da internet na faixa de Gaza.
Mais recentemente, a RT News noticiou que os Anonymous declararam ciberguerra a Israel, tendo divulgado, na web, os dados pessoais de 5 mil militares israelitas. 
   

Ligações: Hackers launch assault on Israeli government websites [The Guardian]; Anonymous hacker group attacks Israeli websites [BBC]; 127 Sites Defaced for #opIsrael [AnonRelations]; Anonymous leaks personal information of 5,000 Israeli officials [RT News}.

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