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sábado, 29 de março de 2014

FUTURAMENTE RICOS DEVEM PAGAR A CRISE (SE FOR PRECISO)

Até Cavaco reconhece que a austeridade não tem sido distribuída proporcionalmente por todos os portugueses, ao declarar: 
Se for necessário reduzir o rendimento disponível de alguém no futuro, tem de ser daqueles que têm elevados rendimentos e que não foram seriamente prejudicados no seu bem estar.
Quem serão eles?

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

A DEMOCRACIA DELES

Os custos da crise - já todos se aperceberam - não é igual para todos. Os cortes nas subvenções do Estado, afinal, não são iguais, nem mesmo para todos os funcionários públicos. Há excepções: os magistrados e os diplomatas. E, ao que consta, os políticos - principais culpados da situação do País - também vão merecer um carinho especial: vão sofrer cortes mais simpáticos, mas através de outro diploma. 
Já sabíamos: em democracia são todos iguais; só que alguns são mais iguais que outros. Até quando?

Ligação: Despedir e Dividir para Reinar.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

AUSTERIDADE OBRIGA A APAGÃO

A exemplo de outros municípios do interior, a Câmara de Freixo de Espada à Cinta corta a iluminação pública durante a noite em cinco freguesias, visando com esta medida compensar os 20 mil euros mensais resultantes do aumento das tarifas eléctricas. A população teme que esta medida faça aumentar a criminalidade e pode queixar-se de discriminação, em relação à população das grandes cidades.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

PORTUGUESES INSATISFEITOS COM A DEMOCRACIA

Só pouco mais de 50% dos portugueses acredita que a democracia é o melhor sistema político e 15% dos portugueses acredita que, em certas circunstâncias, é melhor ter um governo autoritário do que um governo democrático.


Talvez tenha contribuído para estes resultados o facto de, a partir do 25 de Abril de 1974, com a instauração do regime democrático, a dívida pública ter disparado para valores próximos dos 100% do PIB, conforme se pode ver pelo gráfico dessa variação.

Dívida Pública Portuguesa nos últimos 160 anos em % do PIB


Ligação: Regime incompatível com equilíbrio das contas públicas ?

segunda-feira, 13 de junho de 2011

DEMOCRACIA: DEPUTADOS CONTINUAM PRIVILEGIADOS

Segundo noticiou a TSF, após a dissolução da Assembleia da República (AR), 5 deputados requereram o subsídio de reintegração por terem permanecido mais de 12 anos no Parlamento e 2 (pelo menos) pediram a subvenção vitalícia.
A dotação de 604 mil euros prevista no orçamento da AR para este tipo de subvenções pode ter que ser reforçada, se mais deputados reclamarem este direito.
Recorde-se que têm direito a este subsídio os deputados que estão de saída do Parlamento, desde que tenham estado mais de 12 anos na Assembleia da República, apesar do hemiciclo ter, entretando, em 2005, legislado o fim deste benefício.
Quando teremos o fim definitivo dos privilégios para os políticos e a sua equiparação, para efeitos de aposentação, aos outros cidadãos ? Quantos acumularão reformas milionárias ?



quinta-feira, 19 de maio de 2011

DEBATE DE PARTIDOS SEM REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR

O debate de ontem à noite, na RTP, começou com o incidente de José Manuel Coelho a mostrar uma faixa a denunciar a falta de democracia no tratamento de todos os partidos concorrentes às eleições. Mesmo assim, os partidos presentes ainda conseguiram expôr algumas das suas opiniões.


Ligação do vídeo: Propaganda de Coelho azeda debate

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Coelho entrevistado por Crespo

José Manuel Coelho, madeirense, candidato à presidência da República, diz que não é excêntrico, apesar de, recentemente, ter ido à sede do CDS/PP para entregar um submarino a Paulo Portas e ter ido à embaixada de Cabo Verde pedir ajuda para encontrar Dias Loureiro.
Coelho diz que usa a estratégia do general Giap e que luta para recuperar os ideais da revolução francesa, pela separação de poderes...(re)veja.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

20 milhões por mês para pensões milionárias

Há mais de 4500 pensionistas a receber mais de 4 mil euros por mês, conforme se lê no Diário de Notícias de hoje. Em média, custam à Caixa Geral de Aposentações cerca de 20 milhões de euros por mês.
Enquanto um funcionário público trabalha em média 30 anos para ter acesso à reforma, os políticos que até 2005 estiveram 8 ou 12 anos no cargo ganharam direito a uma pensão por toda a vida.  São precisamente essas subvenções vitalícias que vão custar quase 80 milhões de euros numa década, contando já com o valor recorde de 9,1 milhões de euros que sairão este ano dos cofres do Estado.
Quer dizer: os nossos políticos não se esqueceram deles próprios e pensam que merecem mais que os outros cidadãos. Legislaram de modo a terem direito à aposentação ao fim de 12* anos, enquanto os outros cidadãos precisam de mais de 30 anos. Democracia é assim mesmo. Os cidadãos são todos iguais, só que uns são mais iguais que outros.
A questão ainda é mais grave quando alguns destes políticos vêm para a praça pública falar de pobreza, de fome e de pensões de miséria.
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*Até há pouco bastavam 8 anos ! 

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