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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

COIMBRA, 20 a 23 FEVEREIRO 2010 - ARQUITECTURA DE TERRA EM SEMINÁRIO

O CEAUCP - Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto/FCT – Fundação para a Ciência e Tecnologia, a UC - Universidade de Coimbra, a ESG/Escola Superior Gallaecia, a FCO/Fundação Convento da Orada, a CdT/Associação Centro da Terra e a Rede Ibero-Americana PROTERRA são os organizadores e anfitriões do 6ºATP - 6º Seminário de Arquitectura de Terra em Portugal e 9ºSIACOT - 9º Seminário Ibero-Americano de Arquitectura e Construção com Terra, que se realizará de 20 a 23 de Fevereiro de 2010, em Coimbra, Portugal.
Criado em 2003, o seminário de Arquitectura de Terra em Portugal (ATP) tem evoluído de uma forma crescente com a ampla adesão de profissionais, investigadores e académicos. Em 2003 e 2004, o 1ºATP e 2ºATP realizam-se em Lisboa; em 2005, o 3ºATP reúne-se ao 4º SIACOT, em Monsaraz; em 2006, o 4ºATP realiza-se em Ouro Preto, Brasil (associa-se ao 1ºACTB, originando o Terra Brasil 2006); e em 2007, o 5ºATP realiza-se em Aveiro. O seminário cresce em dimensão e na abrangência e crescente investigação, adquirindo um espaço importante no estudo e protecção do património, arquitectura, técnicas, construção, conservação e investigação da arquitectura de terra. O seminário ATP abrange igualmente uma maior internacionalização e interdisciplinaridade entre arquitectura e disciplinas, como a engenharia, história, conservação, arqueologia e antropologia. A qualidade das comunicações e o crescente interesse do público e da comunidade científica confirmam a dimensão internacional e o contributo português para o desenvolvimento desta área científica.

Para mais informações sobre este seminário, clique aqui.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Organizado por ex-DGEMN's - CONFERÊNCIAS "CENTROS HISTÓRICOS E VIDA CONTEMPORÂNEA"

Após a grande participação registada nos Cursos de Formação sobre Reabilitação de Edifícios, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, em colaboração com o ICOMOS, vai promover, no próximo dia 6 de Novembro, diversas Conferências sob o tema "Centros Históricos e Vida Contemporânea".
Estas conferências, a terem lugar no Auditório do Metropolitano de Lisboa (estação de metro do Alto dos Moinhos), têm como objectivo promover a reflexão entre os decisores e o meio técnico e científico sobre as metodologias a implementar nas acções de reabilitação de edifícios, nos centros históricos, com vista a revitalizá-los optimizando a relação custo-benefício nas intervenções.
As inscrições deverão ser formalizadas, até 20 de Outubro, junto do Secretariado das Conferências, através do envio de ficha constante no programa e acompanhado do respectivo pagamento (€ 100,00).

Para conhecer o programa completo e outras informações, consulte o folheto.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

CURSO DE FORMAÇÃO SOBRE INVENTARIAÇÃO DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO

O IHRU, através de ex-DGEMN's, irá promover em 2 edições um Curso de Formação Inventariação de Património Arquitectónico a ter lugar a 1ª edição entre os dias 26 a 30 de Outubro e a 2ª de 23 a 27 de Novembro.
Este curso de formação baseia-se nos princípios e regras de inventariação preconizados no KIT01 – Património Arquitectónico Geral, e tem como objectivo dotar os formandos das ferramentas e conhecimentos teórico-práticos que lhes permitam reconhecer, identificar e documentar, de forma normalizada e técnica e cientificamente consistente, edifícios e estruturas construídas das mais diversas tipologias.
O curso tem como destinatários agentes do património arquitectónico, públicos e privados, designadamente proprietários, afectatários, gestores e utilizadores; Organizações não-governamentais ligadas à salvaguarda e valorização patrimoniais; Investigadores, professores e estudantes, especialmente nos domínios da Arquitectura, Engenharia, História e história da Arte e Património Cultural e ainda para os cidadãos em geral.
Para mais informações consulte o folheto.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

E' IMPORTANTE PENSAR (E ESTUDAR !) A REABILITAÇÃO

Responsável científico pelos cursos do IHRU de reabilitação de edifícios para arquitectos e engenheiros e por importantes intervenções e estudos realizados ao serviço da ex-DGEMN (Bugio, Forte de Sacavém, Forte da Ericeira, Forte de S. Julião da Barra, Terreiro do Paço, etc), Bessa Pinto, ex-Chefe da Divisão da Construção da DREL, foi entrevistado pelo "Causas Comuns", do IHRU.
Dada a oportunidade e o manifesto interesse das questões suscitadas - numa altura em que se fazem obras sem projecto e se programam intervenções sem suporte icnográfico e histórico dos edifícios -, transcrevemos integralmente a entrevista de Sofia Velez, com fotos "EX-DGEMN".

O Curso sobre Reabilitação de Edifícios tem menos de um ano, mas já vai na segunda edição.Qual é a necessidade de uma acção de formação deste tipo?
Até há poucos anos – 10/15 anos - ninguém pensava na reabilitação. Havia um organismo do Estado (Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais) que, por força da sua actividade, era obrigado a pensar nisso. Mas, de uma maneira geral, as próprias faculdades de engenharia e de arquitectura pensavam basicamente em edifícios novos até porque há 20 anos havia um défice de habitação.Em 1990 falava-se que havia um défice de um milhão de casas. Hoje há excesso. Face à construção que se veio a fazer nos últimos 20 anos, como é evidente, hoje não convém fazer mais casas novas.É importante pensar na reabilitação. O primeiro curso, em 2008, teve muito sucesso e por isso concretizámos recentemente o segundo curso.

Quem são os destinatários do curso?
Os cursos dirigem-se a arquitectos e engenheiros. Uma das críticas que se fez ao primeiro curso é que foi dada muita vertente social.Mas, de facto, o objectivo dos cursos é iminentemente físico.Isto é, a reabilitação física de edifícios, da estrutura, dos materiais, dos elementos de construção. Nessa perspectiva dirige-se a técnicos, a pessoas ligadas à construção.

Quando se reabilita um edifício, o que se deve ter primeiro em conta?
Em primeiro lugar é preciso conhecer o edifício. Em segundo lugar é preciso conhecer as técnicas e o processo dos materiais que fizeram esse edifício. Porque não podemos pensar na reabilitação de um edifício de betão armado (destes que se fizeram nos últimos anos) da mesma forma que pensamos na reabilitação de um edifício do século XVII ou XIX. Têm concepções, materiais e estruturas completamente diferentes. Portanto, por um lado é preciso conhecer o edifício e por outro lado é preciso conhecer também as técnicas que estiveram na origem desse edifício.Basicamente, uma das vertentes deste curso, ainda que de forma muito resumida, é passar em revista as diversas épocas construtivas dos nossos edifícios. Em resumo, são precisas estas duas coisas: saber e conhecer.

O levantamento da história de um edifício é de fácil acesso?
Depende. Temos em Sacavém um arquivo com milhares de registos de desenhos de edifícios antigos.Se tivermos a sorte de os registos dos edifícios estarem em Sacavém ou de, eventualmente, estarem na câmara e sem grandes adulterações, é fácil. De outra forma, é preciso fazer um levantamento de todo o edifício, do desenho, dos materiais e depois partir para a reabilitação.

Quando os edifícios chegam a um estado extremo de degradação compensa reabilitar em vez de demolir?
É uma questão difícil. A minha opinião pessoal é a de que muitos dos prédios que temos em Lisboa e noutras cidades situam-se, basicamente, no centro, e têm centenas de anos. Hoje construímos com um horizonte de 50/60 anos. Quer dizer que às vezes, se estivermos a pensar reabilitar edifícios dos anos 30/40 em betão armado, que está muito degradado, poderá fazer mais sentido demolir. No caso dos edifícios antigos com construções tradicionais, a maior parte das vezes pode fazer mais sentido recuperar. Porque está mais do que provado que os materiais antigos duram muito mais do que o betão. Na altura em que surgiu o betão armado pensava-se que era um material eterno. Até se dizia que era um material amigo dos engenheiros. Com o evoluir dos anos chegou-se à conclusão de que não era assim, pelo contrário. É um material muito degradável e com um limite de duração muito limitado.O que quer dizer que, passados alguns anos, as estruturas de betão precisam de ser reabilitadas e vão continuar a precisar de ser. Essa questão da demolição pode-sepôr mais nos edifícios recentes - com 30/40 anos – do que mais antigos.

Em termos de custos o que é que sai mais económico ao Estado?
Em termos de custos imediatos, a reabilitação bem feita pode sair mais cara do que construir um edifício novo. Mas no caso concreto, por exemplo, dos centros históricos, essa reabilitação pode trazer um retorno sob o ponto de vista do turismo. Se tivermos os centros históricos preservados, o turismo cultural aflui com muito mais facilidade.À partida, apesar dos custos envolvidos poderem ser maiores do que a construção nova, poderão ser atenuados com a questão do turismo. Não faz sentido em Lisboa estar a demolir os edifícios dos centros históricos para construir de novo. No caso dos centros históricos há outros condicionalismos que são a questão dos estacionamentos, da falta de mobilidade das pessoas e da própria concentração dos edifícios que condicionam alguns níveis de conforto que temos actualmente.Pessoalmente acho que devem ser reabilitados porque também é a preservação dos centros históricos que está em causa.

A nível de reabilitação urbana, ainda há muito para fazer?
Há muitíssimo a fazer. Estamos a começar. A generalidade dos países europeus, em termos de reabilitação, gasta entre 20 a 50% na reabilitação relativamente à obra nova.Nós cá estamos a níveis que devem andar a 10%, talvez menos. O que significa que estamos no início.

Daí também a 2ª edição deste curso?

Sim, também por isso. Mas também pelo facto de na primeira edição ter surgido uma afluência muito grande a que não conseguimos dar resposta. A partir daí tratámos logo de fazer esta segunda edição. Isto também manifesta a apetência da sociedade para frequentar este tipo de curso porque percebeu que é o que tem que ser feito no futuro, não há outra hipótese.

Quais são as temáticas destes cursos?

Nesta 2ª edição, os participantes ouviram falar, entre outros temas, dos problemas das humidades (a humidade é uma das causas das principais patologias dos edifícios antigos); de pedras; de madeiras (era dos elementos estruturais para fazer os pavimentos e coberturas); de betão (os primeiros edifícios de betão estão agora a dar grandes sintomas mais que evidentes de deterioração); de estruturas antigas; de acessibilidades. Os participantes ouviram também falar dos programas que existem no IHRU para apoio à reabilitação; dos custos da reabilitação; de revestimentos e de energia. Hoje em dia há regulamentação que exige uma certificação energética em todos os edifícios novos. Vai revolucionar, de certa forma, também a construção. Houve, ainda, uma sessão dedicada à manutenção e conservação de edifícios antigos e edifícios de valor histórico.Este curso acabou com um visita ao forte de Sacavém para se conhecerem todos os arquivos que eram da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.Sem esquecer a apresentação do SIPA (Serviço de Intervenção do Património), que aqui temos, e que se dedica ao levantamento, ao diagnóstico e ao registo, ao inventário, de todo o património, seja classificado, seja não classificado.


Quando se fala de acessibilidades, como é que se consegue reabilitar um edifício antigo e tê-las em conta?
É muito difícil. Há duas questões. Se o edifício for património classificado, está isento. Não faz sentido estar a fazer feridas num edifício classificado para resolver os problemas da acessibilidade porque isso vai prejudicar gravemente a autenticidade, antiguidade e memória. Relativamente aos edifícios que não são classificados, isso tem que ser gerido. É muito difícil, eu sei por experiência própria, mas tem que ser.É um custo que os proprietários têm que suportar.

Os formadores não são apenas do IHRU?
Neste curso tivemos docentes convidados do Instituto Superior Técnico, do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, da Universidade Lusófona, da Associação Portuguesa de Deficientes e da ADENE – Agência para a Energia.

Na área da reabilitação, o Estado concorre a fundos europeus?
Concorre. O Estado está também a aproveitar a embalagem da União Europeia para apostar nesta área da reabilitação.

Neste curso, além de coordenar a parte científica, o engenheiro Bessa Pinto foi responsável por dois módulos. De que falou?
Falei das humidades e dos revestimentos. Sistematizei os vários tipos de humidades que podem aparecer num edifício, dando alguns exemplos desses tipos de humidades e das formas expeditas de achar as causas das humidades. Para resolver um problema temos de saber a causa. E depois encontrar um conjunto de remendos em função de cada causa. Na questão dos revestimentos, dei como exemplo um caso que acompanhei.Uma série de intervenções que fiz no forte de São Julião da barra. O forte é um laboratório natural porque faz um arco em cima do mar. A acção do mar para os materiais é péssima. Falámos de revestimentos de exteriores em situação de grande agressividade do ambiente.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

IHRU: Terminou o 2º Curso de Formação sobre Reabilitação de Edifícios

Com coordenação do Director de Habitação e Reabilitação Urbana terminou na passada sexta-feira, 13 de Fevereiro, o 2º Curso de Formação sobre Reabilitação de Edifícios, que teve como docentes vários técnicos da ex-DGEMN.
Após o sucesso da 1ª Edição do Curso de Formação sobre Reabilitação de Edifícios, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) promoveu uma 2ª Edição, proporcionando aos técnicos uma formação complementar em temas relacionados com a patologia e reabilitação de edifícios, procurando a melhoria da qualidade nas intervenções dos edifícios antigos.
Saíu também a revista ex-DGEMN "Monumentos" nº28, dedicada a Elvas e que foi apresentada nesta cidade, no passado dia 9 de Dezembro,
Eis dois bons exemplos de iniciativas para os seis (!) organismos que, no âmbito do Ministério da Cultura, sucederam à Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) e que, com a sua ausência operacional, deixam cada vez mais saudades desta.

domingo, 19 de outubro de 2008

TERMINOU O CURSO DE FORMAÇÃO SOBRE REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS, PROMOVIDO PELO IHRU

Terminou no passado dia 7, com uma visita ao Forte de Sacavém, o curso de formação sobre reabilitação de edifícios ministrado no IHRU, com a participação de mais de cinquenta formandos.

Segundo os responsáveis, o evento ultrapassou as expectativas mais optimistas, havendo já cerca de duas dezena de pré-inscrições para uma futura acção. O curso contemplou, entre outros, temas relacionados com a análise de patologias estruturais e não estruturais, humidades, programas de apoio e custos da reabilitação, revestimentos, pedras e madeiras.

De acordo com o relato de alguns formandos, a acção teve uma forte componente relacionada com conservação e salvaguarda do património histórico. A tal facto não deve ser alheio o facto de na organização e docência estarem activamente envolvidos quadros da ex-DGEMN, com longa experiência na recuperação de património histórico.

Parece oportuno questionar as razões que conduziram a que alguns dos melhores técnicos da ex-DGEMN na área dos monumentos estejam afastados do Ministério da Cultura. Será por isso, que não há cursos de formação sobre reabilitação de edifícios promovidos pelo IGESPAR e pelas Direcções Regionais de Cultura (DRC's) ?

Recorda-se que a afectação de pessoal dos organismos extintos (IPPAR, DGEMN, IPA, etc) aos novos organismos (IGESPAR, DRC's, etc) foi feita sem critérios legais (e de competência das pessoas) e que as novas orgânicas vieram piorar ainda mais a situação caótica da defesa e valorização do nosso património cultural. "Apesar das aparências, esta reforma [do PRACE na Cultura] não descentralizou, não simplificou, não operacionalizou, antes afunilou e concentrou a tomada de decisões. A Gestão do Património foi politizada a um nível inadmissível: os circuitos de decisão não funcionando, tornam-se incompreensíveis acabando por resultar numa fundamentação excessivamente política das decisões patrimoniais em vez de assentarem em justificações culturais e científicas, informadas criticamente e com coerência técnica, o que é particularmente grave em conservação!" (sic*).

Por este andar, e com um orçamento para 2009 de 212,6 milhões de euros (menos 2,3% que em 2008), antevê-se para breve a extinção do Ministério da Cultura.

________________
*Escreve-se num artigo de fundo, produzido por quatro membros do ICOMOS Portugal, sobre a actual situação da política da conservação do património cultural.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

CURSO DE FORMAÇÃO SOBRE REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS

De 23 de Setembro 2008 a 8 de Outubro 2008 realiza-se no IHRU um curso de formação sobre reabilitação de edifícios. As inscrições devem ser feitas até 15 de Setembro, com o preenchimento da ficha que pode descarregar aqui .
O curso é coordenado pelo Director de Habitação e Reabilitação Urbana do IHRU, Arq. Manuel Madruga, e conta com 14 docentes.
Quando teremos a realização de eventos semelhantes, no âmbito da reabilitação, promovidos pelo IGESPAR e pelas Direcções Regionais de Cultura ?

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Afinal, quantas revistas de monumentos vai ter o Estado?

O portal monumentos.pt da ex-DGEMN anuncia:

"No próximo dia 25 de Janeiro, pelas 17:30 horas, será apresentado ao público o número 27 da revista Monumentos, publicação técnico-científica dedicada à divulgação do património arquitectónico, na perspectiva de assegurar a sua melhor protecção e salvaguarda. O dossiê temático deste número é dedicado a Vila Viçosa, abordada numa perspectiva ampla e integradora, a partir de artigos de especialistas de diversas áreas temáticas (do urbanismo, à arquitectura e à história da arte).A cerimónia, que terá lugar na Igreja de São Bartolomeu, em Vila Viçosa, será presidida pelo Senhor Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional." (sic).
Esta notícia deixa-nos perplexos. Então o IHRU, agora, também se vai dedicar aos edifícios classificados ?

Havendo a revista "Estudos Património" - da qual saíu o nº10 -, editada pelo IGESPAR, que é quem tem competências legais no património classificado, justifica-se que o Estado tenha outra revista ?
E com lançamento anunciado do nº27 para Vila Viçosa, com pompa e circunstância, em cerimónia apadrinhada pelo Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional.
Convenhamos que é difícil entender que, para além do conflito de competências entre institutos públicos e entre ministros, se dissipem, assim, recursos financeiros enquanto, por outro lado, se faz o discurso da poupança com a imolação dos funcionários públicos no PRACE e o sacrifício dos direitos fundamentais e do bem estar dos cidadãos com o encerramento de urgências. maternidades e escolas.

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