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quinta-feira, 27 de junho de 2013

TRÂNSITO MAIS DIFÍCIL NA BAIXA

A partir de hoje, devido a trabalhos de repavimentação, será condicionada a circulação automóvel, de forma faseada, na Rua do Ouro.
Para além disso, a greve geral desta quinta-feira, com duas concentrações (no Ministério das Finanças e no Rossio), entre as 14h e as 18h, vai condicionar o trânsito no Cais do Sodré, no Campo das Cebolas, Av. Infante D. Henrique, Rua do Carmo, Rua Garrett, Largo do Chiado, Largo Camões, Rua do Loreto, Largo do Calhariz, Calçada do Combro, Rua Poais de São Bento, Calçada da Estrela, Rua Correia Garção até ao Parlamento.


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

GREVE GERAL E MANIFS NA GRÉCIA

Hoje foi dia de greve geral na Grécia, com dezenas de milhares de pessoas a manifestarem-se contra as medidas de austeridade e o governo.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Depois da greve, vamos trabalhar ?

As perspectivas do governo e dos sindicatos quanto à adesão à greve estão muito distantes e variam, contabilisticamente, entre 20 e 60 por cento, e, qualitativamente, um foi tranquila e não alterou o consumo de energia, versus a maior greve de sempre.
De boas intenções está o inferno cheio e poucas pessoas acreditam que uma retórica de que as opções tomadas pelo governo destinam-se em grande parte a fazer algo que é um dos objectivos da greve: defender o emprego e os direitos dos trabalhadores possa convergir com populismos como o défice não pode ser o centro de todas as políticas, pondo em causa o emprego e contra uma política monetarista imposta pelos alemães.
A crise, mais que uma obsessão europeia com o défice, é uma realidade, mesmo que se possa reconhecer a necessidade de repor a protecção social às camadas mais desprotegidas e de repartir os sacrifícios, indo até onde está a riqueza.
A greve geral vai mudar o país e vai começar a mudar a política. Vai mostrar a José Sócrates e a Pedro Passos Coelho que eles não representam o país e que há uma maioria que quer sensatez, que quer decência na economia, quer justiça no fisco, diz Louçã. Será mesmo ? Que greve podem fazer os desempregados ?
Afinal, para que serviu a greve ? Que há insatisfação pela actual situação do país, todos sabemos. O governo sabe. E o número de grevistas não aumenta nem diminui o nosso descontentamento, nem diminui o défice das contas públicas.
Votámos em em quem não devíamos, em quem nos acenou com a demagogia do estado social que não podemos pagar ? Sem dúvida, porque governar é gerir e prever e tomar medidas em tempo oportuno. Está na hora de enfrentar a crise e de mudar de vida. Tempo de crise é tempo de ruptura e de despedir os políticos actuais. É preciso acordar. Como diz o Padre Ventura, temos uma barraca com um submarino estacionado à porta*.



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*Reveja o nosso artigo Austeridade: a reflexão do Padre Ventura .

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