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sábado, 24 de setembro de 2011

GASTAR SEM PEIAS

Os nossos políticos democráticos são mestres na demagogia e má gestão dos dinheiros públicos, com obras sem qualquer justificação económica. É urgente responsabilizar as pessoas e saber com rigor para onde foram os dinheiros. Mais uma vez quem devia fiscalizar, não fiscalizou.
Se Sócrates desbaratou milhões e teve forte oposição que culminou com a sua derrota nas últimas eleições, já Alberto João Jardim, que se recandidata ao lugar que ocupa há mais de 33 anos, contou com os elogios públicos de altas figuras do PS (e do regime), como Almeida Santos* e Jaime Gama.
Sem cobertura orçamental e com recurso a créditos bancários sem qualquer controlo, Alberto João e o seu governo regional não hesitaram em promover obras em que foram dissipados muitos milhões de euros e que não têm qualquer utilidade e (muito menos) rentabilidade.
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* Leia também no "i" online .

sexta-feira, 27 de maio de 2011

SÓCRATES SAI, SE PERDER

Almeida Santos, Presidente do PS, disse ao "Sol", que, se o partido perder as eleições, Sócrates quererá saír, até para simplificar uma solução de Governo.
Se o PS ficar em segundo isso significa que Sócrates não será ministro. Poderá continuar líder, mas não é exigível é que quem é primeiro-ministro faça parte de outro governo com outro primeiro-ministro. Não me lembro de nenhuma democracia em que isso tenha acontecido, disse A. Santos.
Acho que José Sócrates, se não ganhar as eleições, vai ser difícil de segurar, mesmo como líder do partido. Eu tentarei tudo por tudo, mas vai ser difícil. Ele próprio há-de querer fazer tudo para simplificar uma solução nacional. E talvez o afastamento dele simplifique nessa altura uma solução nacional. Ele é um patriota, não tenho a mínima dúvida sobre isso, prosseguiu.
Será que Portugal seguirá o exemplo dos outros países europeus, que também pediram ajuda externa ?



quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

ALMEIDA SANTOS ACUSA HENRIQUE NETO DE MENTIR

Em carta aberta publicada no jornal "i", Almeida Santos responde a Henrique Neto:
De há muito o sabia zangado com o PS, ao ponto de vir sendo um dos seus críticos mais contumazes. E para o efeito, a militância ajuda.
Isso nunca me preocupou. Sê-lo é seu direito, mesmo quando, em meu entender, o criticar sem razão.
Desta vez, porém, o Henrique Neto, para discordar, mentiu. E isso é que é grave!

Sobre a acusação de censura interna diz:
Li isto e fiquei banzado! Na verdade, dificilmente o Henrique Neto podia ter sido menos respeitador da verdade, para não usar o qualificativo que neste caso cabe. Como lhe foi possível proferir uma tão óbvia e tão chocante deturpação da verdade? E, já agora, como consegue compatibilizá-la com a personalidade que de si próprio vem tentando construir? Pois dou-lhe as seguintes novidades e fico à espera da sua reacção a elas.
Não sei com que idade o Henrique Neto chegou à defesa da liberdade de pensamento, de expressão e de imprensa. Eu cheguei aos 18 anos. E nunca, depois disso, deixei de lutar por ela e de defendê--la, nomeadamente no exercício dos muitos cargos políticos que, após Abril, fui chamado a desempenhar. Não aceito, por isso, neste domínio, lições de ninguém, incluindo naturalmente as suas.
A prática da Comissão Nacional, antes da minha presidência, e a partir dela, foi sempre esta: pede-se aos membros da Comissão que pretendem usar da palavra que se inscrevam na mesa para esse efeito. A mesa divide o tempo disponível pelo número de inscrições para fixar o tempo a atribuir a cada orador. E nunca ninguém reclamou dessa atribuição.
Cabe ao presidente dar a palavra e pedir ao orador que termine a sua oração, quando excede o tempo que lhe foi atribuído. Nunca silenciei ninguém por uso de meios mecânicos, de que aliás não disponho.
Permita pois que lhe pergunte: fazer isto é controlar "tudo"? E é eu "só dar a palavra a quem eu quero"? E chamar a atenção quando necessário para que os oradores respeitem o tempo de que dispõem é "cortar a palavra"?
Espero que reconheça honestamente, como lhe cumpre, que, actuando como sempre actuei, e como antes de mim se actuou, aliás sem lugar a qualquer reparo dos militantes a esse respeito, fiz o que devia e só o que devia.
(...)
A história em que se baseia, de na última sessão ter havido um dirigente que me escreveu uma carta a dizer que "as actas estavam erradas e que queria discutir isso", sendo que eu, "como vi que o dirigente queria falar, lhe disse que depois falaria com ele no final da reunião para que se não desse ali um incidente interno", é também uma história mal contada e em parte inverídica.


Ligação´relacionada: Henrique Neto: Seguro devia substituir Sócrates

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