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sexta-feira, 12 de julho de 2013

QUEM DIRIA?

Ao contrário de Rui Rio, Lobo Xavier e Jardim não concordam com a solução de Cavaco. Porque será?
A classe política não contava com a inteligência de Cavaco...
   

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A DEMOCRACIA NOS SACRIFÍCIOS

A discriminação positiva de subvenções aos políticos continua, seja entre eles (os do continente e os das regiões autónomas), seja entre eles e os cidadãos comuns. Como ontem disse ( e muito bem) Tiago Caiado Guerreiro (no Opinião Pública da SICN), só deviam receber pensões do Estado os cidadãos que descontaram, durante a sua vida activa (de mais de trinta anos), para a segurança social.
E há muitos políticos, com uma carreira contributiva diminuta, a receber subvenções vitalícias. E a acumular  pensões com pensões, pensões com salários e, ainda, com ajudas de custo. Não é só Alberto João Jardim. Muitos casos nem sequer vêm a conhecimento público, como acontece com muitos autarcas e deputados. A própria presidente da Assembleia da República reformou-se aos 42 anos do Tribunal Constitucional e acumula a pensão (€ 7.225) com as ajudas de custo (€ 2.133), apesar de ter prescindido do salário do cargo (€ 5.219,15).
Pode estar de acordo com as leis que os próprios políticos aprovaram. Mas, o que dirão a este respeito os desempregados que não recebem subsídio nenhum ? Na actual situação de crise, não deveriam os políticos suspender o recebimento das suas subvenções ? Seria uma forma dos políticos se colocarem democraticamente ao nível dos outros cidadãos e começarem a demonstrar que ainda têm alguma ética.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O DEVER DE SERVIR A NAÇÃO

A propósito da licenciatura relâmpago de Miguel Relvas, Alberto João Jardim reivindicou publicamente mais quatro licenciaturas. Adriano Moreira, quantas poderia reivindicar ?  Na entrevista de ontem à RTP, Adriano falou um pouco da sua vida pessoal, universitária e política, um percurso de vida que não pode inevitavelmente deixar de nos trazer ao pensamento e comparar a formação dos políticos de hoje  e os de outrora.
A responsabilidade pelo exercício de altas funções do Estado não deveria exigir a mais elevada qualificação dos cidadãos que as exercem ? A responsabilidade pela situação actual é do sistema político, mas não só. Os eleitores não podem colocar no poder cidadãos sem perfil para ocuparem cargos de Estado.  
Pensamos que vale a pena (re)ver a entrevista de Adriano Moreira, sobretudo em momento tão difícil para o País.

Ligações: Para o meu pai que se chama Adriano Moreira [Público]; Adriano Moreira [duas ou três coisas].

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

JARDIM MOLHADO COM COPO DE CERVEJA

Na Festa da Uva, em Ponto da Cruz, Alberto João Jardim, quando se dirigia para o palco, foi alvo da "ira" de um cidadão embriagado que lhe atirou com um copo de cerveja e o molhou. Um acto invulgar num país de brandos costumes.

sábado, 28 de julho de 2012

CRISE E DESASTRE HUMANITÁRIO

Rui Cardoso realça as principais notícias da semana, do discurso popularucho de Passos (as eleições que se lixem o que interessa é Portugal), do desvario orçamental da Madeira e de Alberto João, do desastre humanitário da Síria.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

JARDIM REIVINDICOU MAIS QUATRO "CANUDOS"

Com convocatória através das redes sociais, Miguel Relvas é o alvo de uma manifestação hoje, cerca das 19 horas, em todo o país, por cidadãos que acham que o ministro se deve demitir. Por seu lado, Alberto João Jardim, utilizou o precedente do "caso Relvas" e a sua experiência, vai reivindicar equivalências para quatro licenciaturas: Veterinária, Biologia, Informática e Astronomia.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

MADEIRA PODE DEIXAR UNIÃO EUROPEIA

Alberto João Jardim considera imprescindível a reposição dos incentivos fiscais ao Centro de Negócios e assume que, nos termos exigidos pelo plano de austeridade, não consegue pagar as dívidas da Madeira, admitindo a possibilidade da região abandonar a União Europeia.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

POLÉMICA ENTRE PASSOS E JARDIM

Enquanto o Gabinete de Passos Coelho diz que o primeiro-ministro não assumiu qualquer compromisso sobre a Zona Franca da Madeira, no domingo, o presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, disse que os deputados da Madeira votaram a favor do Orçamento do Estado para 2012, por existir um compromisso da parte do primeiro-ministro de que a Zona Franca ia para a frente.
Jardim afirma mesmo ter recebido um telefonema do próprio Passos Coelho, queixando-se de estar a ser alvo de ataques do seu partido.
   

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

JARDIM MANTÉM MAIORIA ABSOLUTA

Alberto João Jardim vai continuar a governar sozinho, agora com 48,56 % dos votos, mantendo a maioria absoluta na Assembleia Regional. Das reacções ao resultado eleitoral na Madeira - em que todos os partidos desceram. com excepção do CDS e do PTP de José Manuel Coelho - destaca-se a do PSD nacional, através do secretário-geral do partido.
   

sábado, 1 de outubro de 2011

MADEIRA: MAIS 357 MILHÕES ESCONDIDOS

Segundo a edição de hoje do Expresso, Alberto João Jardim, em ano de eleições, não pára e já vai com mais 357 milhões de euros que não entraram nas contas de Vítor Gaspar.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A 'ABENÇOADA' DÍVIDA DE JARDIM

Enquanto Alberto João Jardim proclama estar orgulhoso pela dívida da Madeira - porque o dinheiro foi utilizado em benefício da população e a obra está à vista de todos -, Cavaco, na entrevista de ontem a Judite de Sousa, reafirmou que Portugal precisa de cumprir os objectivos do memorando de entendimento com a troika e disse que o desvio no défice das contas da Madeira também o apanhou de surpresa.
   

sábado, 24 de setembro de 2011

GASTAR SEM PEIAS

Os nossos políticos democráticos são mestres na demagogia e má gestão dos dinheiros públicos, com obras sem qualquer justificação económica. É urgente responsabilizar as pessoas e saber com rigor para onde foram os dinheiros. Mais uma vez quem devia fiscalizar, não fiscalizou.
Se Sócrates desbaratou milhões e teve forte oposição que culminou com a sua derrota nas últimas eleições, já Alberto João Jardim, que se recandidata ao lugar que ocupa há mais de 33 anos, contou com os elogios públicos de altas figuras do PS (e do regime), como Almeida Santos* e Jaime Gama.
Sem cobertura orçamental e com recurso a créditos bancários sem qualquer controlo, Alberto João e o seu governo regional não hesitaram em promover obras em que foram dissipados muitos milhões de euros e que não têm qualquer utilidade e (muito menos) rentabilidade.
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* Leia também no "i" online .

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

PASSOS NÃO FARÁ CAMPANHA POR JARDIM

O Primeiro Ministro marcou pontos quando, em entrevista à RTP, declarou que, nas actuais condições, em que foi conhecido pelo país uma situação que é grave e que é irregular, que tem custos de reputação para Portugal, não seria compreensível que o primeiro-ministro fizesse qualquer confusão de carácter partidário e se envolvesse na campanha eleitoral da Madeira. (...) Aquilo que aconteceu na Madeira não pode voltar a repetir-se.
Uma lição para aqueles que desculpam tudo aos correlegionários e pensam que os políticos - sobretudo se forem do seu partido - estão acima da lei.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

DÍVIDAS DA MADEIRA E DOS PALOP

Segundo o relatório, datado de ontem, do Banco de Portugal (BdP), sobre a Evolução das Economias dos PALOP e de Timor Leste (2010/2011) , os países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) deviam*, no dia 31 de Dezembro de 2010, 2407 milhões de dólares (1817 milhões de euros), dos quais a maior parte corresponde a dívida de Angola (1441 milhões de dólares).
Talvez por isso, Jardim num jantar-comício no Caniçal, desafiou o Estado a pôr cá fora, desde o 25 de Abril, qual foi o montante que perdoou de dívida aos países africanos, que hoje são independentes e não são portugueses. E acrescentou que vão ver que quem anda de gatas é Portugal debaixo dos países africanos e que o que se pretende é continuar a tratar a Madeira como colónia.
Entretanto, o Público noticia hoje que está a ser investigado um acréscimo de mais 220 milhões de euros no buraco das contas da Madeira, que resultaria  de um recente empréstimo contraído pela Empresa de Electricidade e que o governo regional terá desviado para pagar despesas de funcionamento.

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* pág. 56. 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

FREUD EXPLICA

Jardim quer-se demarcar - e justificar - dizendo que Salazar é que não fazia obra para não gastar dinheiro.
Gostávamos de o ter ouvido falar assim, tão desassombradamente, há 40 anos…

sábado, 17 de setembro de 2011

PECADO MORTAL DE JARDIM

O Governo foi ontem informado pelo Instituto Nacional de Estatística e pelo Banco de Portugal de que, relativamente à Madeira, tinham ocorrido falhas, irregularidades graves, na ausência de comunicação para efeitos quer de défice excessivo e de acordos de renegociação de dívida que ocorreram desde 2004, dclarou Passos Coelho, em Paris, à saída do encontro com Sarkozy.
E exprimiu a sua perplexidade pela situação: o que se passou desde 2004 na Madeira é uma irregularidade grave, que não tem compreensão.

Alberto João Jardim imitou Sócrates, em relação à política de endividamento público. E imitou boa parte dos nossos políticos, com o "milagre" da Madeira. É que fazer figura de rico sem posses, pode dar votos e notoriedade (no imediato), mas acaba por dar muito mau reultado (em definitivo), como temos visto.
   

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

CONHECIDA A CARTA DE JARDIM A PASSOS COELHO

Em carta dirigida ao primeiro ministro, Jardim admite que a situação económica e financeira da Madeira é grave e impede-a de continuar a refinanciar a sua dívida, em condições suatentáveis e diz que a concessão de crédito à Região tem vindo a restringir-se de forma acentuada.

Ligação: Texto completo no Público online.

sábado, 20 de agosto de 2011

Jardim: Sociedades secretas mandam no País

Alberto João Jardim, disse na sexta-feira à noite, no Porto Santo, que a Madeira necessita urgentemente de liquidez, acreditando ser possível um acordo com o Governo para solucionar a questão financeira, acrescentando que a região autónoma tem muito património, graças a Deus, o património que a Madeira tem é mais do que suficiente para cobrir muitas vezes a sua dívida, o problema é liquidez e nós precisamos, urgentemente, dessa liquidez para poder pagar os fornecedores em atraso, para poder terminar as obras que estão em curso.
No seu discurso, Alberto João justificou a dívida da Madeira com o ataque financeiro do anterior Governo socialista, através da Lei das Finanças Regionais, e considerou que o regime político actual assenta em muitos interesses económicos e apontou a existência de gente dos partidos em sociedades secretas que dão ordens no que se passa no país.

sábado, 9 de abril de 2011

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Coelho assusta Jardim

Nunca me passou pela cabeça que os resultados da criatura fossem tão longe, escreve hoje Alberto João Jardim, em artigo de opinião no Jornal da Madeira.

Jardim diz, nomeadamente, que a bipolarização política levará a um forte confronto, desta vez já com a extrema-direita, a "Madeira Velha", o fascismo, a pontificar, independentemente dos outros rótulos partidários que indecentemente se lhe colem.

Sobre a acusação de extrema-direita, José Manuel Coelho disse à Lusa que o PND-M actualmente não é um partido de extrema-direita mas uma plataforma, uma frente, sem ideologia definida mas assente no propósito de derrubar o jardinismo e de contribuir para uma Madeira democrática e próspera.
Segundo Coelho, o problema do dr. Jardim é que já perdeu o contacto com a realidade.

Recorde-se que, na Madeira, Coelho foi o segundo candidato mais votado nas Presidenciais (39,01% dos votos), logo a seguir a Cavaco (44,01%).

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