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terça-feira, 3 de julho de 2012

NOBRE: CONTRA A INTOLERÂNCIA E A INDIFERENÇA

Fernando Nobre inscreve no título do seu blogue que as duas doenças mais graves do mundo são a intolerância e a indiferença. Não podemos estar mais de acordo, no regresso ao convívio público do ex-candidato à Presidência da República, com uma entrevista a Mário Crespo, em que expressa a sua opinião desassombrada sobre temas candentes da actualidade política.
Saudamos o regresso corajoso do presidente da AMI, após algum afastamento da ribalta, motivado por um problema de saúde, que desejamos seja em breve superado.

Ligações: Contra a Indiferença; Entrevista a Mário Crespo (6 Jan 2012); Paralisia Facial.

sábado, 7 de janeiro de 2012

NOBRE MAÇON

Fernando Nobre foi entrevistado por Mário Crespo, que começou por lhe perguntar se era maçon, tendo respondido afirmativamente, embora não fosse à sua loja há mais de dois anos. Nobre concorda com António Arnaut, dizendo que todos os maçons deveriam assumir-se. Uma entrevista a (re)ver na íntegra.

terça-feira, 5 de julho de 2011

SOARES E O AMIGO EXTRAVAGANTE

Soares achou extravagante que o seu amigo Nobre tenha sido convidado para presidente da Assembleia, ainda antes de haver Assembleia e haver deputados, como acha extravagante que venha, agora, dizer que se vai embora.


segunda-feira, 18 de abril de 2011

BASÍLIO: CABEÇA DE LISTA DO PS E FUTURO MNE ?

Depois de Fernando Nobre ter surgido como cabeça de lista independente do PSD por Lisboa, foi agora a vez de Basílio Horta, fundador do CDS e candidato presidencial contra Mário Soares, ser anunciado como cabeça de lista do PS por Leiria.
Se bem que Nobre não seja militante de nenhum partido político (e seja mais conhecido pela sua militância humanitária), já Basílio - que sucede a Luís Amado na lista PS de Leiria - diz que é um democrata-cristão e que se sente melhor no PS do que no partido de que foi fundador.
A sua simpatia pelo PS vem de 2002, quando apoiou a candidatura de António Costa à Câmara de Lisboa, tendo, então, escrito ao presidente do CDS a pedir a suspensão ou a renúncia ao estatuto de militante. Paulo Portas nunca lhe disse nada, por amizade, mas, a partir daí, nunca mais teve nenhum contacto com o seu anterior partido.
Basílio, que é presidente do AICEP, confessa que tem estima e consideração por Sócrates, e que aceitou o cargo de cabeça-de-lista do PS, com gosto e vontade de voltar à política, não havendo nenhum compromisso para suceder, no ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), a Luís Amado, actualmente um herege do socratismo, que declarou no congresso à TVI que o PS não tem obrigação de ir para o governo. Seria até bom que o PS fizesse a sua cura de oposição.
A serôdia conversão de Basílio Horta ao PS é bem evidente quando diz que não pensa que seja bom o PS fazer a sua cura de oposição e que ainda não sabe se o PS ganhará as eleições, mas promete fazer tudo para isso.
Se é patente uma certa ingenuidade política na candidatura de Fernando Nobre pelo PSD, que ressalta da sua notória independência e generosidade (que transparece da entrevista concedida ontem à RTP) e comprovada por uma vida dedicada à causa humanitária (através da AMI), já a candidatura de Basílio Horta, qual voo de fénix renascida nos antípodas, branqueando todos os seus antecedentes políticos - nomeadamente de fundador do CDS - não abonam coerência, nem convicção. A menos que os partidos políticos tenham gradualmente renunciado à sua ideologia política e se tenham transformado em autênticos clubes de futebol, em que o que interessa é ganhar a qualquer preço.

domingo, 17 de abril de 2011

CONVITE A FERNANDO NOBRE VISTO PELOS HOMENS DA LUTA

O convite a Fernando Nobre para ser candidato independente do PSD por Lisboa, foi satirizado pelos Homens da Luta. Sorria um pouco, que faz bem e ajuda a suportar a crise.




terça-feira, 12 de abril de 2011

DECLARAÇÃO DE FERNANDO NOBRE

A propósito da anunciada candidatura de Fernando Nobre, como candidato independente na lista do PSD por Lisboa, às próximas eleições legislativas, publicamos, a pedido de alguns leitores, a sua declaração na página do Facebook*, entretanto encerrada.

Aceitei o convite que me foi dirigido pelo Dr. Pedro Passos Coelho para ser candidato a deputado, com o estatuto de independente, para cabeça de lista por Lisboa e ainda para a minha indigitação como candidato a Presidente da Assembleia da República.
Foi uma decisão muito difícil.
Fi-lo depois de prolongada reflexão e ponderando com profundidade e seriedade todos os interesses atendíveis.
Depois da minha Candidatura Presidencial e da caminhada que comigo fizeram milhares de Portugueses, muitos desiludidos com a política e sequiosos de encontrar uma alternativa de Cidadania, não foi simples nem óbvio para mim encontrar a resposta justa e assertiva ao desejo que o Dr. Pedro Passos Coelho me colocou.
O País vive uma situação dramática, os tempos que nos aguardam são espinhosos e duros, estamos carecidos de rumo e é preciso encontrar plataformas de entendimento que nos permitam abrir os caminhos do futuro.
Não há mais tempo a perder. Não há mais tempo para esperar que os problemas se resolvam por si.
Eu acredito, e disso dei conta aos Portugueses, que todos temos o dever de participar.
O facto de termos o direito de sermos independentes não nos livra da responsabilidade de contribuir para o futuro colectivo.
Não era meu propósito ser deputado, e disso de resto dei público conhecimento em recente entrevista a um Semanário. Não era essa a via pela qual acreditava poder continuar a missão que me propusera.
Mas o projecto que me foi apresentado pelo Dr. Pedro Passos Coelho é bem mais amplo, para além de que preserva a minha autonomia e independência.
Pela primeira vez na história da Democracia Portuguesa, um Cidadão Independente, sem vínculo partidário, poderá contribuir, com a sua intervenção, na gestão da política, num lugar de tão grande relevância como é a Presidência do Parlamento.
Isso terá óbvias consequências no entendimento e credibilização da acção política, bem como será, espero, um estímulo para uma participação mais activa dos Cidadãos na vida política do País.
Tentarei com empenhamento total contribuir para a reconciliação dos cidadãos com a prática política, para que diminua a abstenção, e para que os Cidadãos voltem a acreditar que existe esperança, porque são possíveis práticas politicas alternativas.
Acredito nas intenções do Dr. Passos Coelho e revejo-me em muitos dos argumentos que me apresentou e no modelo que, em conjunto, idealizámos como uma via para ajudar a desbloquear o nosso sistema político que hoje está desfasado do País e da vida dos Portugueses.
Sei que poderei ser alvo de muitas incompreensões, de outras tantas críticas e até do desprezo de muitos, mas o que me determinou foi a convicção de que poderei servir o meu País e ser útil a Portugal.
Sou antes de mais um homem de acção e um patriota.
Serei um Presidente da Assembleia da República escrupulosamente respeitador das instituições e do Estado mas não renegarei nunca as minhas convicções, a minha vocação de humanista, e os valores e desígnios da Cidadania.
Acredito que, com trabalho e diálogo permanente com os grupos parlamentares, é possível reforçar a confiança dos Portugueses no seu Parlamento e estabelecer novas formas de relação com a sociedade civil.
Estou já a preparar um programa que submeterei aos futuros líderes parlamentares para gerar mais consensos, para reforçar o regime e a Democracia, para abrir novas oportunidades de auscultação e diálogo com os Cidadãos.
Terei uma intervenção activa, transparente e mobilizadora. Tudo farei para que o exemplo restitua a esperança e a esperança constitua um factor de unidade em torno da reconstrução de Portugal.
Não há nenhum compromisso que valha o papel em que foi escrito se esquecer o Povo como principal protagonista do esforço de desenvolvimento de Portugal.
Acredito que, mesmo quando os tempos parecem adversos e o caminho sem saída, os nossos problemas podem ser ultrapassados.
O que Portugal precisa é que se forme um sentimento de Justiça e Solidariedade para todos.
Independentemente das suas crenças e opções.
O que realmente necessitamos é que pessoas com opiniões diferentes se juntem, com respeito mútuo, para cooperar nas soluções dos nossos problemas.
Portugal e a Democracia não têm tempo a perder. Por isso aceitei este desafio. Mais uma vez com espírito de missão e de consciência tranquila, porque sinto que é hoje e não amanhã que devo servir o meu País.
Conto com todos os que comigo se têm genuinamente batido pela defesa dos direitos civis e sociais e por uma Cidadania activa que apresente soluções concretas para os problemas urgentes da nossa sociedade.
Esta não é a hora de estar calado e acomodado.
Nunca Portugal necessitou tanto que todos os Cidadãos assumam as suas responsabilidades e façam ouvir a sua voz.
Se todos nascemos livres e iguais em dignidade e direitos, não há tempo melhor que este para exercermos com determinação e responsabilidade os nossos deveres.
Foi a pensar nos que não têm voz e no futuro das novas gerações que tomei esta decisão.

Lisboa 10 de Abril 2011

Fernando Nobre
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*Leia a notícia do Expresso online, sobre o fecho da página de FN no Facebook.

domingo, 10 de abril de 2011

NOBRE CABEÇA DE LISTA DO PSD POR LISBOA

Fernando Nobre, ex-candidato às últimas presidenciais, vai ser o cabeça de lista* do PSD às próximas eleições legislativas, defrontando Ferro Rodrigues, que será o cabeça de lista do PS por Lisboa, anunciado por Sócrates no congresso do PS.
Nobre poderá estar também indigitado para ser candidato do PSD a presidente da próxima Assembleia da República.

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*Anunciou, há momentos, Pedro Passos Coelho na sua página do Facebook.

terça-feira, 1 de março de 2011

NOBRE NÃO FUNDARÁ NOVO PARTIDO

Nas últimas presidenciais, Fernando Nobre conseguiu obter, sem apoios partidários. 14,1% dos sufrágios (equivalente a mais de 594 mil votos) e tem mantido o silêncio.
Ontem deu a primeira entrevista, depois das eleições e justificou-se: acho que, depois de um processo como uma candidatura presidencial, é fundamental que haja um período de pousio, de retiro, para deixar sedimentar tudo o que tem que ser sedimentado e para deixar tempo ao vencedor para orientar o seu próprio mandato.
Nobre afirmou que só decidirá o sseu futuro político em Maio, depois de entregar as contas finais da sua campanha, dizendo claramente que não fundará um novo partido político, mas assumiu-se como "porta-voz" do movimento da cidadania que esteve na base da sua candidatura e portador de uma responsabilidade perante os cidadãos que lhe confiaram o voto.
Nobre revelou que, pós-eleições, recebeu as felicitações de Passos Coelho e almoçou com Sócrates, a seu pedido, em casa de Mário Soares. Contactos com os outros candidatos apenas teve com Cavaco, para o felicitar pela sua reeleição.

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