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quinta-feira, 13 de junho de 2013

CORTES CONCLUÍDOS DENTRO DE UM MÊS

O FMI, em relatório hoje divulgado, deu a conhecer que o Governo portuguès está a abordar os seus parceiros internos  visando obter um amplo consenso sobre a reforma do Estado, mas alerta que o apoio político vai ser crítico e que, apesar dos esforços das autoridades para garantir que a reforma respeita os princípios constitucionais, este exercício pode enfrentar riscos legais
O Governo comprometeu-se, ainda, a ter prontos todos os cortes na despesa pública até 15 de Julho, de acordo com a carta de intenções enviada à troika pelo ministro das Finanças e pelo governador do Banco de Portugal.
Na sequência da avaliação conhecida ontem, foi efectuado o pagamento da oitava tranche do empréstimo acordado a Portugal, no valor de 657,47 milhões de euros.

Ligações: Portugal: Seventh Review Under the Extended Arrangement and Request for Modification of End-June Performance Criteria—Staff Report; Press Release on the Executive Board Discussion; and Statement by the Executive Director for Portugal [IMF]; Portugal -- Letter of Intent, Memorandum of Economic and Financial Policies, and Technical Memorandum of Understanding, June 12, 2013 [IMF]; IMF Completes Seventh Review Under an EFF Arrangement with Portugal, Approves €657.47 Million Disbursement [IMF].

quarta-feira, 5 de junho de 2013

FMI ADMITE ERROS NO RESGATE GREGO

Num documento interno classificado como altamente confidencial o FMI considera que não foram estimados devidamente os estragos causados pelas doses de austeridade na economia grega, que conduziram aquele país à recessão durante anos. 
Bagão Félix, considera que este documento do FMI em relação à Grécia atinge indirectamente Portugal.

Ligações: IMF to Admit Mistakes on Greece Bailout [WSJ]; IMF 'to admit mistakes' in handling Greek debt crisis and bailout [Guardian]; Sovereign Debt Restructuring - Recent Developments and Implications for the Fund's Legal and Policy Framework [IMF].


quinta-feira, 18 de abril de 2013

ERRO DE EXCEL COMPROMETE AUSTERIDADE

Um dos artigos económicos mais citados nos últimos anos pelos defensores da austeridade baseia-se num erro de cálculo de Excel. A polémica deixou furiosos os meios de informação económica americanos e visa os estudos de Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff, dois economistas de Harvard autores do livro sobre a crise financeira "This Time Is Different: Eight Centuries of Financial Folly" e que desempenharam cargos de alta responsabilidade no FMI. 
Em causa está um artigo, publicado em 2010, "Growth in a Time of Debt", que, partindo de estatísticas do período 1946-2009, inferia uma taxa de crescimento bem mais baixa para os países cuja dívida pública ultrapassasse 90% do PIB. 
Este estudo é considerado de enorme influência, sendo citado em mais de 500 artigos universitários e, ainda, referido por figuras como o ex-secretário do Tesouro americano Timothy Geithner, o candidato republicano a vice-presidente Paul Ryan ou o comissário europeu Olli Rehn.
O erro de formula de Reinhart e Rogoff: as células L45 a L49 foram esquecidas no cálculo da média da coluna L.

LigaçõesErro no Excel põe em causa estudo que sustenta austeridade [Económico]; Does High Public Debt Consistently Stifle Economic Growth? A Critique of Reinhart and Rogoff [PERI].

sexta-feira, 12 de abril de 2013

CONFISCAR DEPÓSITOS PARA SALVAR BANCOS

Segundo o Institute of International Finance (IIF) com sede em Washington, que representa o consenso da instituição financeira global, "a abordagem de Chipre em atingir depositantes e credores quando os bancos falham, pode tornar-se um modelo para lidar com as falências em toda a Europa". ( Global Post, 27/Março/2013). 
 Deve entender-se que, antes do massacre de Chipre, a confiscação de depósitos bancários já havia sido contemplada em vários países. Além disso, os poderosos actores financeiros que provocaram a crise bancária em Chipre, são também os arquitectos das medidas de austeridade socialmente devastadoras impostas na União Europeia e na América do Norte. 
Chipre constitui um "modelo" ou um cenário? 
Serão "lições a aprender" por estes poderosos actores financeiros, para serem aplicadas noutros sítios, numa fase posterior, na paisagem banqueira da Zona do Euro? 
Segundo o Instituto Internacional de Finanças (IIF), "os depositantes atingidos" podem tornar-se na "nova norma" deste projecto diabólico, servindo os interesses dos conglomerados financeiros globais. 
Esta nova norma é endossada pelo FMI e pelo Banco Central Europeu. Segundo o IIF que constitui o órgão das elites banqueiras, "os investidores deverão ter em consideração o que se passa em Chipre… como um reflexo de como serão tratadas as futuras tensões". (citado em Global Post, 27 de Março, 2013).
(reproduzido de resistir.info]

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

ESTADO SOCIAL PERTO DO FIM

A avaliação da redução dos encargos com as prestações sociais e com o emprego público estão na ordem do dia, conforme se depreende da leitura do discurso oficial (de Passos e Gaspar) e do relatório do FMI, sobre o nosso País (à margem da avaliação da troika), divulgado ontem.
Nesse relatório, o FMI alerta para a obrigação de implementar o pacto orçamental da União Europeia e de obter um consenso político para introduzir a prudência orçamental no ordenamento legal do país.
O relatório . que considera difícil aliviar a carga fiscal nos próximos anos - sugere a realização de um debate público em relação à forma justa e amiga do crescimento de repartir o fardo do ajustamento orçamental que ainda falta, considerando que o objectivo principal desse debate deve ser a racionalização ainda maior da folha salarial e do emprego no sector público, bem como a reforma das pensões e das transferências sociais, com vista a fornecer serviços públicos mais eficientes e uma redistribuição mais equitativa.  

Ligação: Portugal: 2012 Article IV Consultation Concluding Statement of the IMF Mission [FMI].


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

FMI SUGERE MAIS AUSTERIDADE

O comité executivo do FMI concluiu ontem o processo da 5ª Revisão do Memorando de Entendimento com Portugal e aprovou o pagamento de mais 1,5 mil milhões de euros do empréstimo acordado.
Na sequência da reunião do comité, o director executivo do FMI Nemat Shafik disse, nomeadamente, que as fracas perspectivas externas e o aumento do desemprego aumentaram os riscos de incumprimento dos objectivos do programa. São necessários esforços adicionais, com o apoio dos parceiros da zona euro, para progredir na consolidação orçamental e fomentar o crescimento de longo prazo.

Ligações: IMF Completes Fifth Review Under an EFF Arrangement with Portugal,Approves €1.5 Billion Disbursement [FMI]; Relatórios das Revisões do Memorando de Entendimento com Portugal (Reviews Under the Extended Arrangement): , , , , Novo! [FMI].

terça-feira, 9 de outubro de 2012

CRISE: AFINAL, HÁ OUTRA RECEITA

Num estudo de investigadores do FMI, sobre os desequilíbrios externos que actualmente se verificam nos PIIGS, [External Imbalances in the Euro Area],  afirma-se que o ajustamento externo não pode depender apenas da receita de um "mix" de políticas de consolidação orçamental e desvalorização interna / aumento da produtividade e da competitividade das exportações.
O equilíbrio poderá ser catalizado se forem suavizados os factores externos às economias deficitários, fomentando a forte procura por parte dos países da Zona Euro superavitários, diminuindo as taxas de juro e melhorando condições de financiamento e, ainda, desvalorizando o euro.
Durante a década 2000-2009, houve um abalo assimétrico dentro da Zona Euro, que gerou nos países periféricos o aumento do endividamento e a perda de competitividade, devido, sobretudo, à ascensão dos BRICS, ao alargamento da União Europeia aos países de Leste e aos choques dos preços do petróleo e de outras commodities.
Ainda, segundo estudo, os choques assimétricos verificados exigem que se ponham em prática mecanismos de partilha centralizada de risco e de transferência entre os países da Zona Euro de modo a facilitar o ajustamento em relação aos choques específicos de cada país.

Ligações: External Imbalances in The Euro Area [IMF, September 28]; External Imbalances in The Euro Area [IMF, free full text, pdf file]; IMF says rise of Eurozone trade with China contributed to imbalances within single currency area [Finfacts Ireland]; The Greek Crisis; The Irish Economy.

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