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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

SARAIVA: AUSTERIDADE SÓ NÃO CHEGA

O pacote de austeridade e o folhetim da TSU no contexto do próximo OE2013 mereceram comentários oportunos do presidente da CIP, António Saraiva que, em entrevista a José Gomes Ferreira, falou também das confusões de Passos Coelho, alertou para a (in)sustentabilidade da segurança social e deu a conhecer o que, em seu entender, deveria ser feito.
A terminar, António Saraiva referiu-se à intervenção polémica e a um problema* pessoal de António Borges, que terá motivado alguma incontinência verbal.
A entrevista, apesar de ter ocorrido no princípio do mês, poucas horas após a comunicação do ministro das Finanças, continua plenamente actual. A (re)ver.


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*Segundo o blogue Instante Fatal, de Luiz de Carvalho, trata-se de uma doença grave. Ver também o artigo Borges, o examinador (blogue Cão Sarnento).

quinta-feira, 5 de maio de 2011

78 MIL MILHÕES NÃO CHEGAM

Jacinto Nunes e Silva Lopes foram ao "Negócios da Semana", de Gomes Ferreira, debater a ajuda externa e conferiram que, pelas suas contas, os 78 mil milhões, previstos no memorando de entendimento entre Portugal e a "troika", são insuficientes.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

PORTUGAL PRECISA RECUPERAR A CREDIBILIDADE

Estela Barbot, consultora do FMI, comenta a crise financeira portuguesa, a nossa falta de credibilidade e conta a Gomes Ferreira, no Negócios da Semana, que o desentendimento entre partidos é divulgado lá fora, e que o incidente da entrada da delegação do PSD no congresso do PS foi manchete no estrangeiro.



quinta-feira, 7 de abril de 2011

SOARES DOS SANTOS APONTA O CAMINHO PARA O PAÍS

O Presidente do Grupo Jerónimo Martins foi ao Negócios da Semana, de Gomes Ferreira, e opina que o Governo já devia ter pedido ajuda externa há muito tempo.
Considerando a degradação da situação financeira de país, Alexandre Soares dos Santos sugere que o Presidente da República deve promover o entendimento entre os partidos antes das eleições e é contundente em relação a Sócrates.


quinta-feira, 24 de março de 2011

CONSEQUÈNCIAS DO PEDIDO DE DEMISSÃO DE SÓCRATES

António de Sousa comenta com Gomes Ferreira, no Negócios da Semana, as consequèncias do pedido de demissão do primeiro ministro no financiamento do Estado.



Manuela: governo tinha perdido a confiança dos cidadãos e dos mercados



quinta-feira, 17 de março de 2011

FMI É INEVITÁVEL

A recusa dos partidos da oposição em viabilizar o novo plano de austeridade, apresentado de surpresa a semana passada, veio precipitar a crise política.  Se o novo PEC for chumbado no parlamento, não resta outra alternativa ao governo senão demitir-se.
O primeiro ministro alerta o País para a inevitabilidade de pedir ajuda externa se o PEC for chumbado e diz que nos últimos meses não fez outra coisa senão relançar a confiança dos mercados para evitar um pedido de ajuda que envolva o FMI. Mas, começa, agora, a perceber-se que o novo plano de austeridade é uma moeda de troca para Portugal apresentar em breve um pedido de ajuda ao Fundo de Estabilização Financeira da Europa e este Fundo está associado ao FMI.
A polémica está lançada, numa altura em que os mercados continuam a castigar Portugal com juros incomportáveis e, também, numa altura em que os preços em Portugal - nomeadamente dos combustíveis - voltam a subir e a pressionar a inflação.
O mote estava lançado, por Gomes Ferreira, para a entrevista com o ex-presidente da Autoridade da Concorrência, Abel Mateus, que também falou dos preços dos combustíveis. Vale a pena (re)ver.



quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

MEXIA EXPLICA COMO A EDP ESVAZIA OS NOSSOS BOLSOS

Os preços dos combustíveis têm uma importância fundamental na economia. Depois do post de análise do preço dos combustíveis, a entrevista, concedida pelo presidente da EDP, a José Gomes Ferreira, pretende explicar-nos os preços da electricidade, a factura de electricidade, as energias renováveis e a situação financeira da eléctrica nacional.


Ligação sugerida: Já viu bem a sua factura de electricidade ?

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

PORTUGAL: O FADO DOS COMBUSTÍVEIS MAIS CAROS

Este ano, os preços dos combustíveis no nosso país continuam acima da média europeia e já ultrapassaram os valores máximos de 2008.
Os portugueses nunca entenderam a fixação dos preços dos combustíveis. Jose Gomes Ferreira também não e, por isso, resolveu fazer uma mesa redonda sobre esta matéria, no Negócios da Semana, com: António Comprido, engenheiro, ex-presidente da BP Portugal e actual presidente da APETRO (Associação das Empresas Petrolíferas) e Eugénio Rosa, economista*, antigo deputado do PCP e membro do Gabinete de Estudos da CGTP.
(Re)veja o debate e tente chegar a alguma conclusão.



Haverá cartelização dos preços ?
Veja o que diz o Presidente da Autoridade da Concorrência...

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*Leia o estudo, divulgado hoje, Como é que a GALP conseguiu em 2010 que os seus lucros disparassem para 611 milhões de euros.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Uma vitória de Pirro

Apesar do sucesso "relativo" da colocação de dívida pública no leilão de ontem, Paul Krugman* em The New York Times, no artigo intitulado Pyrrhic Bond Auctions, considera que com mais uns sucessos destes a periferia da Europa ficará destruída.
O jornal espanhol El Economista publica um artigo com um título sugestivo: Portugal es un condenado a muerte.
Também o Negócios da Semana, de Gomes Ferreira, debateu este evento com representantes dos partidos políticos.


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*Prémio Nobel da Economia (Outubro 2008), blogue The Conscience of a Liberal.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Soluções para a crise

Dois gestores (Rodrigo Costa, Presidente da ZON e Luís Filipe Pereira, Presidente da EFACEC) e o ex-ministro das finanças José Silva Lopes analisam com Gomes Ferreira, no Negócios da Semana, soluções para a crise. (Re)veja.


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Paulo Azevedo a primeiro ministro

O Presidente executivo da SONAE foi ontem ao Negócios da Semana, de Gomes Ferreira (SICnotícias) e disse que ainda não tinha conseguido perceber a necessidade de um comboio de alta velocidade Madrid-Lisboa.
Afirmou, também, que é preciso acabar com a situação actual, em que o debate político é quase ensurdecedor: luta-se muito por fazer parecer certas coisas e não se consegue ter um debate sério na opinião pública sobre os problemas reais do País e, óbviamente, seria desejável haver um acordo entre as principais forças políticas para mudar isso, mas parece que não estamos perto.

Paulo Azevedo* tem aquilo que a maior parte dos nossos governantes não têm: experiência de gestão, alicerçada numa formação académica sólida e adequada, para gerir e tomar as melhores opções para governar um grupo privado. Se cometer erros sofre as consequências.
Era assim, com um perfil destes, que precisávamos de ter o nosso primeiro ministro e os nossos ministros. Com formação académica a valer e experiência profissional e de gestão. Exceptuando, talvez, Dulce Pássaro (que é uma engenheira verdadeira do IST) e Mariano Gago (que é Físico e professor catedrático do IST, podiam regressar todos aos seus lugares de origem, que o País só tinha a lucrar, porque nem as suas próprias casas devem saber gerir, quanto mais um País.
O País está farto de retórica e de profissionais da política que não têm sequer formação académica a sério, nunca tiveram vida profissional e nunca geriram nada. Não teriam lugar em qualquer empresa privada séria, daquelas que vivem do trabalho e do esforço do dia.
Numa altura de crise, é altura de cortar com maus hábitos e escolher gestores a sério para ministros. Sócrates - como diz Henrique Neto - é um bom vendedor de automóveis, ou de produtos chineses made in Portugal. Vive do show off e do marketing - que também faz falta às empresas e aos países - mas tem que ser superintendido por um gestor competente e profissional, como o Paulo Azevedo.

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*Paulo Azevedo foi escolhido para substituir o pai, Belmiro de Azevedo, na presidência executiva (CEO) da Sonae SGPS, pouco depois de ter completado 41 anos de idade e um ano depois de ter dito que não sabia se era a pessoa mais bem preparada para dirigir os destinos do grupo.
Completou o ensino secundário em Inglaterra e mais tarde uma licenciatura em Engenharia Química (tal como o pai) em Lausanne, na Suíça.
Com um MBA (mestrado em gestão e administração) na Universidade do Porto e pós-graduações em programas de formação para executivos nas universidades de Stanford (uma das mais prestigiados dos EUA) e de Lausanne, Paulo Azevedo fundou a Optimus depois de um curto período em que geriu projectos próprios.
Actualmente, é o presidente executivo da Sonaecom com funções de administrador executivo na casa-mãe (a Sonae SGPS) e de administrador não executivo na Sonae Indústria.


sábado, 3 de abril de 2010

O PEC, o PRACE e a estratégia de desenvolvimento da economia nacional

Em contraponto com Sócrates, o empresário Henrique Neto não vê a economia nacional cor de rosa, tal como o ex-ministro Mira Amaral. No "Negócios da Semana" (SIC Notícias), de 1 de Abril de 2010, analisa-se o PEC, a produção nacional e as exportações. Fala-se das generalidades de quem não conhece a economia portuguesa e da ausência de políticas sectoriais. Fala-se do QREN e da não aplicação dos seus financiamentos. Fala-se da falência do PRACE, verificando-se que, actualmente, os quadros superiores da Administração Pública são quadros dos partidos políticos, sem competência profissional. Por último, fala-se, ainda, do contrato dos submarinos* e das suas implicações na nossa economia.
Vale a pena ver com atenção. 

*Leia artigo sobre a investigação da "Der Spiegel" aqui.

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