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quarta-feira, 25 de abril de 2012

CARRILHO DEFENDE UMA NOVA REPÚBLICA

Manuel Maria Carrilho comentou as ausências das cerimónias oficiais comemorativas do 25 de Abril. Disse que os protagonistas não estiveram à altura da situação. Discorda dos ausentes, mas também considera impróprios os comentários a este respeito do Primeiro Ministro. Fala de crise do regime e diz que as posições assumidas traduzem uma grande perturbação que está no ar e atinge estes protagonistas.
Para Carrilho, é claro que há uma avaliação dos 38 anos de regime que está em curso. Estas decisões, estes manifestos são de lamentar; são um sinal de esgotamento do regime, consubstanciado nas dificuldades do governo e das oposições e na ausência do Presidente da República (o Presidente está longe de ser um protagonista forte do regime).
As presidenciais francesas foram também tema da conversa com Mário Crespo. Umas eleições que irão ter repercussões no futuro da Europa e de Portugal e que vão depender do voto dos eleitores da Frente Nacional (que é a força política que teve mais votos operários).

domingo, 8 de janeiro de 2012

SÓCRATES PEDIU AJUDA TARDE

Na entrevista ao Expresso, deste fim de semana, Alexandre Soares dos Santos diz que a transferência de sede para a Holanda tem também a ver com o risco de saída de Portugal do euro e com os problemas de financiamento bancário, afirmando que, desde 2008 que sabemos que não podemos contar com a banca portuguesa para financiamento.
Soares dos Santos afirmou que o momento certo para o País pedir ajuda era de 2007 para 2008 e que deu a conhecer a sua opinião ao Presidente da República e ao anterior Primeiro Ministro, revelando que disse, então, ao engenheiro Sócrates: Peça ajuda já, enquanto não precisa. Reforce-se. "Se você vai pedir o dinheiro numa situação aflitiva, está feito!".
O presidente do Grupo Jerónimo Martins fala da situação económico-financeira nacional, interrogando: Por exemplo, porque é que não se tira a dívida pública da banca, através da criação de um novo banco? É que nós estamos a matar a economia através da falta de financiamento das empresas.
E refere, ainda, o reflexo da crise no pessoal do grupo: notámos que tinha aumentado o roubo nas lojas e percebemos que o que estava a acontecer eram roubos de funcionários para comer. Fizemos um inquérito e chegámos à conclusão de que no total havia trabalhadores com €15 milhões de ordenados penhorados. Foi um mundo novo que se abriu perante nós. Nunca me passaria pela cabeça que um empregado passasse fome. Mas tinham o salário penhorado

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

ASSUNÇÃO REFORMOU-SE AOS 42 ANOS

A actual Presidente da Assembleia da República recebe por mês,  uma pensão de 7 mil duzentos e
vinte cinco euros, por ter trabalhado dez anos como juíz do Tribunal Constitucional e a lei, que então vigorava, contemplar um regime especial para estes juízes.
Assunção Esteves, por não  poder acumular a pensão com o vencimento de 5 mil duzentos e dezanove euros e quinze cêntimos de Presidente da Assembleia da República, prescindiu do vencimento do actual cargo, mantendo, contudo, as ajudas de custo no valor de 2 mil cento e trinta e três euros. Segundo Helena Pereira do SOL, que consultou a respectiva declaração de património depositada no TC, Assunção recebeu em 2009, para além de 101.577,18 euros de pensão, 91.620 euros de trabalho dependente.
Recorde-se que Cavaco também optou por receber as pensões em vez do vencimento de Presidente da República, que é cerca de 6.523 euros, recebendo perto de 10 mil euros de duas reformas (de funcionário do Banco de Portugal e de professor da Faculdade de Economia da Universidade Nova).
Com subvenções destas, a fazer inveja à aioria dos pensionistas, não custa nada apregoar a austeridade. Mas a nossa democracia é assim: os cidadãos são todos iguais, só que alguns são mais iguais que outros. Contra factos, não há argumentos*, como diz a Alberta Marques Fernandes quando lê aquelas estatísticas da Pordata, relativas ao nosso País.

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*Escusa a assessora da Presidente da AR lamentar-se ao SOL que esta questão dos vencimentos dos políticos, "em tempos difíceis, se tenha vindo a prestar a uma especulação populista e mesmo ofensiva nos blogues e no Facebook" (sic). Ora toma ! Estes malandros destes bloguistas são uns más-línguas que só sabem fomentar no povo a inveja dos políticos e dos seus «míseros» salários. 

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