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segunda-feira, 20 de julho de 2026

ONZE FOTÓCRAFOS EXPÕEM EM ABRANTES

A exposição "Espectro" mostra obras de 11 fotógrafos até 10 de Janeiro 2027, em Abrantes, no Museu Ibérico, sob a direção editorial de Luiz Carvalho, conhecido produtor do Fotobox (RTPN).

 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

ALEXANDRE O GRANDE

Alexandre Alves, empresário que liderava a antiga Fábrica Nacional de Ar Condicionado (FNAC) e que muitos ex-DGEMN (sobretudo da Praça do Comércio) conheceram bem por fornecer equipamentos para de ar condicionado, foi manchete nos media por estar associado à RPP Solar e aos apoios (que não recebeu do Estado) para a construção de uma fábrica de paineis fotovoltaicos em Abrantes.
Zita Seabra, entrevistada por Mário Crespo, fala do empresário vermelho e das suas ligações à antiga República Democrática Alemã (DDR). Zita aventou a hipótese dos aparelhos de ar condicionado comercializados pela FNAC servirem para escutar altos funcionários do Estado.

Ligação: Alexandre Alves não tem de devolver nada ao Estado [Expresso].

terça-feira, 10 de julho de 2012

TROCA DE CADÁVERES EM ABRANTES

No Hospital de Abrantes houve troca dos cadáveres de duas mulheres, de que resultou a realização de um funeral e a sepultura de um corpo errado.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O PÂNTANO DA CULTURA

Desde que vi no circo um porco andar de bicicleta, já nada me surpreende. Até certo ponto, percebe-se que a nomeação do ex-Secretário de Estado da Cultura para dirigir a recém criada Direcção-Geral do Património Cultural pretenda demonstrar a "independência" e o "apartidarismo" do governo, nas nomeações para cargos dirigentes. O epíteto de "especialista em património", veiculado pelos media e o curriculum de ex-subdirector-geral da DGEMN ajudam ao resto.
Não sou maniqueísta. Não digo que aqueles que pertencem ao grupo dos ex-DGEMN ou ao partido "X" são bons e os outros é que são maus. O País, mais que o rótulo, exige uma austera intransigência em relação à competência e à qualidade dos dirigentes. A crise assim o exige.
Elísio foi subdirector da DGEMN, mas nunca aí desempenhou funções de técnico na área do património. Foi imposto pelo seu partido ao então director-geral Vasco Costa. Tinha os pelouros do pessoal, da promoção e imagem e de representação de Vasco Costa. Nessa altura, o despacho e a decisão sobre projectos e empreitadas de obras públicas de toda a DGEMN - nomeadamente de património classificado -, eram do director de serviços de Planeamento e Informação, António Abrantes. E não, do subdirector-Geral como seria de esperar, à luz do direito administrativo.
Elísio saíu de subdirector-geral da DGEMN  para assessor de Isabel Pires de Lima, tendo colaborado no parto do PRACE da Cultura, que foi um autêntico aborto.
E, quando mais tarde saíu de assessor ministerial para director do IPPAR (já com este em extinção), ajudou consciente ou inconscientemente à "limpeza étnica" que constituiu a afectação do pessoal da ex-DGEMN e do ex-IPPAR aos novos organismos que lhes sucederam. A legislação que regulamentava a movimentação de pessoal dos organismos extintos para os novos foi mandada pura e simplesmente às urtigas, sobretudo nos organismos sediados na capital. O critério foi colocar os amigos no IGESPAR, os inimigos na DRCLVT e os restantes no IHRU. Quanto ás instalações e equipamentos, a legislação aplicável não foi cumprida, com o silêncio mais ou menos cúmplice do então Secretário de Estado Elísio.
Por fim, recompensado pela hierarquia, ao ser catapultado para o cargo de Secretário de Estado da Cultura, manteve o anacronismo administrativo de ter na sua Secretaria de Estado um instituto público (o IGESPAR) a superintender funcionalmente sobre cinco direcções regionais de cultura (equiparadas a direcções-gerais).  
Ao ler a anunciada nomeação de Elísio, só posso dizer - como infelizmente vai sendo habitual -, que o crime compensa. Depois disto, que mais pode acontecer à cultura ? Sem dirigentes à altura, sem investimento público ou privado na reabilitação do património, sem recursos técnicos (eliminados sobretudo com a extinção da DGEMN), o património arquitectónico vai -se degradando e desaparecendo. E , com ele, vai desaparecendo a nossa História e o País.

C.S.F (leitor devidamente identificado)

quinta-feira, 29 de março de 2007

DISCURSO DO ENGENHEIRO ABRANTES

Em nome dos Corpos Gerentes da Associação do Pessoal da DGEMN quero agradecer a presença dos colegas reformados, neste almoço de confraternização.
Esta acção, que será possivelmente uma das últimas actividades que levaremos a cabo, constituia uma antiga pretensão, que já vem da anterior Comissão Administrativa que geriu a Associação durante quase 4 anos, e que teve a sua origem no almoço de confraternização realizado em Junho de 2004, com os funcionários no activo de todos os serviços da Direcção-Geral, incluindo todas as Direcções Regionais. Nessa altura, estabelecemos como um novo objectivo oferecer um almoço de confraternização a todos os funcionários aposentados dos serviços da área de Lisboa.

E assim, a partir de uma listagem já um pouco desactualizada e com a colaboração de alguns colegas reformados, conseguimos elaborar uma relação com 154 nomes, que julgamos que não se afastará muito do universo real actual dos reformados da casa. Para que, mesmo assim, não houvesse o risco de alguma omissão, pusemos um anúncio no Correio da Manhã e divulgámos nos programas da manhã da RTP e TVI, naquelas mensagens de rodapé, esta iniciativa.

A partir daí foi o contacto telefónico pessoal, apenas não se tendo conseguido contactar com 25 pessoas, ou porque não houve hipótese de arranjar o número, ou porque não atendiam do número de que dispunhamos, tendo-se chegado a 101 inscritos.

É óbvio que, sendo uma ideia que já vinha de 2004, a situação que se vive hoje na DG, com a sua extinção física para muito breve, acelerou esta iniciativa de juntarmos todos aqueles que a serviram durante os seus quase 78 anos de existência, por forma a poderem confraternizar com os colegas que ainda estão no activo e estes conhecerem alguns daqueles que constituiram a nata da Direcção-Geral.

À semelhança de todas as outras iniciativas desta Associação, que envolvam a confraternização entre funcionários da Direcção-Geral, convidámos formalmente o Senhor Director-Geral para este almoço, mas ele, invocando a situação da extinção da Direcção-Geral, declinou o convite e informou que estaria apenas presente, antes do evento, para cumprimentar as pessoas, mas afinal tal não aconteceu.

Para terminar, quero desejar a todos os colegas reformados votos de continuação de boa saúde e que nos possamos continuar a encontrar e aos que ainda estão no activo, muita sorte no futuro incerto que é o pós DGEMN.













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