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quarta-feira, 17 de abril de 2013

MUDAR DE RUMO SÓ REMODELANDO GASPAR

António Vitorino comparou o recente ajustamento no governo a uma mudança de óleo numa viatura, quando não há dinheiro para fazer uma revisão. E acrescentou que mudança de política só é possível substituindo Vítor Gaspar.
Entretanto, Seguro concordou em encontrar-se com Passos, mas rejeita, desde já, que haja mais cortes. Segundo Vitorino, o diálogo entre o governo e o PS não se reconstrói à pressa.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

DISCORDÂNCIA TEM LIMITES EM TEMPO DE CRISE

Os media têm referido, nos últimos dias, a discordância pouco discreta de Cavaco em relação à estratégia seguida pelo Governo* e à política de Vítor Gaspar, a qual afecta naturalmente a coligação maioritária PSD/CDS.
O líder da oposição, António José Seguro, apela ao bom senso e diz que este não é tempo para desavenças entre os órgãos de soberania.
   

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*e pelos líderes europeus com quem o primeiro-ministro reúne hoje.

domingo, 30 de outubro de 2011

SÓCRATES QUER ORÇAMENTO CHUMBADO ?

A manchete do Público de hoje é elucidativa. Será mesmo verdade ? António José Seguro enfrenta dificuldades acrescidas ao dirigir políticamente um grupo parlamentar indicado pelo seu antecessor.

domingo, 11 de setembro de 2011

SEGURO: A MINHA BÚSSOLA SÃO OS VALORES DO PS

Um código de ética para o exercício de funções públicas dos militantes PS, o combate à corrupção e uma nova política para a Europa foram as linhas principais do discurso de encerramento de António José Seguro.
Em relação ao Governo, Seguro prometeu  ser uma oposição responsável que, em simultâneo, se constituirá como alternativa política, garantindo que o PS saberá assumir os compromissos constantes do memorando de entendimento com a troika e que analisará, caso-a-caso, todas as medidas que não constem do documento.
Seguro acredita que há espaço para entendimentos, quer à direita, quer à esquerda, mas assumindo sempre como referencial os valores do PS.

APANHADOS DO CONGRESSO PS

Fora do guião, Seguro aparece de surpresa e dá entrevista à TVI24 na presença de António Costa, que saíu logo que pôde e, com a pressa, quase se esquecia do micro. Um episódio de apanhados do XVIII Congresso do PS, em Braga.

sábado, 10 de setembro de 2011

SEGURO: AS PESSOAS ESTÃO PRIMEIRO

António José Seguro abriu ontem à noite o XVIII congresso do PS com um forte ataque ao Governo, procurando apontar as diferenças políticas, ideológicas que, segundo o actual secretário.geral socialista já deixou três marcas: injustiça social, incumprimento eleitoral e insensibilidade social. Seguro assumiu que não passará cheques em branco ao Governo.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

SEGURO: PRIMEIRO FRENTE-A-FRENTE COM PASSOS

Hoje, na Assembleia da República, foi o primeiro frente-a-frente de António José Seguro, como secretário-geral do PS, com Passos Coelho, como primeiro ministro.
Seguro - que já foi líder da bancada do PS - levou um estilo educado e sereno e evitou entrar em debate truculento, reafirmando o compromisso do memorando de entendimento com a ‘troika' e evidenciando as diferenças com os outros subscritores do memorando.
Seguro reafirmou que o PS honrará o memorando, mas avisou que há medidas no programa, apenas programáticas, que poderão não ter o acordo dos socialistas, caso criem mais austeridade sem sensibilidade social, manifestando-se, contudo, disponível para acordos com todos os partidos - e com o Governo nomeadamente - em matérias como a corrupção e a revisão das leis eleitorais. Mas avisou desde logo que o PS não abdicará de defender os seus "valores e princípios" e fará uma oposição "construtiva e responsável" e não de "bota abaixo".
Acusou Passos de não ter uma estratégia de crescimento económico:"Mais austeridade a somar a austeridade significa puxar a economia para baixo e aqui há uma diferença ideológica (entre PS e Governo). Deve haver equilíbrio e deve apostar-se no crescimento económico. Não existe no programa do Governo uma estratégia, nem uma trajectória sustentada para fazer crescer a economia".
O "caso Bairrão" não foi esquecido, bem como as nomeações para a CGD e o imposto extraordinário sobre o subsídio de Natal.

domingo, 24 de julho de 2011

SEGURO VENCE

No discurso de vitória, o novo secretário-geral do PS afirmou que o PS não estará disponível para uma revisão da Constituição e realçou que vai fazer a defesa intransigente do Estado Social e do acesso universal à saúde. Seguro reafirmou o combate à corrupção e lembrou, ainda, que vai introduzir a liberdade de voto como regra da acção dos deputados do PS na AR.
Seguro foi eleito secretário-geral do PS com 23.903 votos (67,98%), contra 11.257 de Assis (32,02%).

Ligação: Faça o download do discurso completo de Seguro aqui.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

PS: SEGURO OU ASSIS ?

As eleições para preencher o lugar deixado vago com a demissão de José Sócrates estão marcadas para os próximos dias 22 e 23. António José Seguro já se tinha demarcado de Francisco Assis, prometendo introduzir uma cultura de afectos nas relações entre militantes do PS e nas relações entre os socialistas e a sociedade portuguesa.
Ontem, Francisco Assis criticou a abertura do partido proposta por Seguro, que não proporciona o debate, e voltou a esclarecer em que consiste a sua proposta de abertura do PS à sociedade, com maior intervenção dos simpatizantes. Sobre a distância em relação a Passos Coelho ser maior do que aquela que é alcançada por António José Seguro este pediu ao seu opositor para não resvalar para a pequena política. Quando fazes referências aos resultados que obtiveste em Braga e àqueles que eu tive no Porto isso é pequena política, replicou Assis. Seguro alertou para a necessidade de manter o nível do debate, com elevação e dignidade, ao que Assis replicou de imediato: Não és tu que me vais dar lições de dignidade. Eu não sou um moralista.
Não transpareceu do debate, mas quanto à distância a Sócrates e à política que foi derrotada nas últimas eleições, parece não haver dúvidas: Assis foi líder parlamentar e apoiante declarado de Sócrates, enquanto Seguro se manteve como simples deputado, com discreta distanciação do ex-líder.

terça-feira, 28 de junho de 2011

SEGURO E O FUTURO

O reforço da austeridade não é o caminho. Tal reforço só poderá ser entendido se as metas visando a redução do défice, entretanto, tiverem derrapado. Seguro faz reparos à liderança da Europa e à falta de medidas políticas e económicas para defender o zona Euro e a coesão social.
António José Seguro concorre* a secretário-geral do PS e apresentou, com a presença de Mário Soares, o livro "Compromissos com o Futuro", onde reúne um conjunto de textos sobre política, que constituem a base do seu pensamento estratégico para os próximos anos da vida portuguesa.


Ligação: O Novo Ciclo

quinta-feira, 9 de junho de 2011

SEGURO CANDIDATO A SECRETÁRIO-GERAL DO PS

António José Seguro, ex-líder da bancada do PS na Assembleia da República (e que resignou na sequência da eleição de Sócrates) candidata-se, agora, a secretário-geral do seu partido. Ao contrário de Francisco Assis, ultimo líder da bancada e "his master's voice" de Sócrates, Seguro sempre demonstrou ideias próprias e algum distanciamento da linha política socrática, ora derrotada nas eleições legislativas.
Para além de parlamentar e autarca, Seguro foi secretário-geral da JS e membro do governo (secretário de Estado Adjunto do PM, secretário de Estado da Juventude e ministro adjunto de António Guterres).


Ligação: Intervenções públicas de Seguro reportadas no ex-DGEMN.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

DEBATE ELEVADO

António José Seguro e Telmo Correia debateram a actualidade com educação e elevação, na diferença. Ao que consta vão oferecer um manual de etiqueta e civilidade ao Grande Líder.
A (re)ver com atenção.


quinta-feira, 10 de março de 2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

FRENTE-A-FRENTE SEGURO E G. SILVA: SITUAÇÃO DO PAÍS PREOCUPA

Ambos realçam as virtudes recentes, quer humanitária quer desportiva de dois portugueses, e manifestam principalmente a sua preocupação pelo aumento da taxa de desemprego, realçando o não aproveitamento de jovens portugueses altamente qualificados.
A recessão anunciada - e de que se fez eco o governador do Banco de Portugal - transmite sinais de preocupação e da necessidade de rigor e controlo orçamental. Poupar e exportar é preciso.
Seguro realça a insuficiência de medidas solidárias da Europa, e o adiamento do fundo de ajuda financeira.
(Re)veja.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

HENRIQUE NETO: SEGURO DEVIA SUBSTITUIR SÓCRATES

Era a única maneira de o PS não ficar durante muitos anos conotado com os erros que cometeu nos últimos tempos. Não tenhamos ilusões: a partir do momento em que o PSD tiver acesso ao poder, o PS vai ser martirizado pelos erros cometidos e os portugueses vão ter uma consciência maior disso. O partido vai pagar duramente estes anos de José Sócrates. Os erros são tantos, e de tal maneira graves, que põem em causa a independência nacional. Estamos cada vez mais dependentes do exterior e o PS vai ser penalizado por ter feito muitas asneiras, mas também por não ter feito nada, até à última hora, para as corrigir.
São declarações vertidas da entrevista, a Luís Claro do jornal "i", de Henrique Neto que diz, ainda, que actualmente os militantes socialistas têm um papel irrelevante na escolha do líder e, por isso, defende a necessidade de eleições primárias dentro do PS. Sem isso os que estão no topo escolhem os que estão na base e os que estão na base agradecem ao líder escolhendo-o a ele. E andamos nisto. Isto aplica-se à comissão nacional, à comissão política e é também assim na escolha dos deputados. Depois existe uma massa de militantes que olham para o partido como se fosse um clube de futebol. Independentemente daquilo que o partido faça está bem feito, porque o partido tem de bater o PSD...
Ainda, quanto à democracia interna no PS, Henrique Neto diz que nas reuniões da comissão nacional só fala quem o presidente do PS quer: As actas ou não são feitas ou não são votadas. E não são votadas, porque as actas não correspondem minimamente àquilo que lá se passou. Na última reunião houve um dirigente que escreveu uma carta ao Almeida Santos a dizer que as actas estavam erradas e que queria discutir isso. O presidente do partido, nesta última reunião, no domingo, como viu que este dirigente ia falar disse-lhe que depois falaria com ele no final da reunião para que não se desse ali um incidente interno.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Equilíbrio e bom senso implica rigor e conhecimento

Seguro e Maria José falaram das eleições presidenciais, dos apoios ao ensino particular e sobre a gestão das empresas públicas, a propósito do Relatório do Tribunal de Contas que sugere a demissão de alguns gestores públicos (CP, Refer, Metro) pela aplicação ilegal de dinheiros públicos.
A dívida do sector empresarial do Estado também mereceu referência e preocupação. E falou-se da compra dos blindados. Talvez Seguro devesse ter lido antes o nosso blogue...


Sugestão: Leia a notícia do Público de ontem, sobre o Relatório do Tribunal de Contas.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A lei do mais forte

Assis não é de meias tintas: ou o PS seguia um caminho responsável, de não tributar dividendos antecipados ou, caso enveredasse pela irresponsabilidade de alguns deputados PS votarem a favor do projecto PCP, bateria com a porta. Assis é assim: não está para ser líder a qualquer preço, porque a antecipação do OE ofende a estabilidade da ordem jurídica, explica. Dura lex sed lex.
Mesmo assim, não convenceu Defensor Moura (que votou a favor), nem os independentes, João Galamba e Miguel Vale de Almeida (que se abstiveram) e 12 (que apresentaram declarações de voto). Este grupo dos 12 inclui Seguro que queria uma iniciativa autónoma por parte do PS, porque desistir da tributação de um imposto extraordinário sobre os dividendos antecipados é contribuir para aumentar as desigualdades sociais num país que já por si apresenta um enorme fosso entre os mais ricos e os mais pobres. O que foi decidido não corresponde à matriz do PS. Para Ana Paula Vitorino, devia ter sido encontrada uma solução para corrigir uma situação que o próprio ministro das Finanças classificou como uma imoralidade.
Pois. É mais fácil tributar os reformados e pô-los a pagar mais pelos medicamentos. Se morrerem, sempre são menos pensões a pagar e, se se chatearem, não podem retaliar.



Assis sabe que Lisboa não é Felgueiras



Sugestão: Leia o nosso artigo Onde está, então, a democracia ?

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Seguro: sacrifícios devem ser partilhados por todos

O orçamento foi hoje aprovado na Assembleia, com a abstenção dos deputados do PSD, com excepção dos deputados pela Madeira, que votaram contra.
Os deputados do PS votaram a favor, mas com algumas declarações de voto. António José Seguro justificou a sua posição em nome dos princípios: o País, no estado em que está, em que pede sacrifícios aos portugueses, esses sacrfícios têm que ser partilhados por todos de uma forma justa. Ninguém pode ficar excluído desses sacrifícios, declarou.




Sugestão: Leia o nosso artigo Pela liberdade de voto para os deputados .

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Pela liberdade de voto para os deputados

Num debate sobre circulos uninominais, promovido, ontem, no Porto*, António José Seguro (PS) não contrariou a criação desses círculos e defendeu, como regra de votos no interior dos grupos parlamentares, o primado da liberdade de voto sobre a disciplina de voto, com excepção para as questões da governabilidade e para o contrato eleitoral. Só assim os deputados deixam de ser meros paus mandados da máquina partidária e podem pensar pela sua cabeça e assumir as suas responsabilidades.

Já Santana Lopes, também presente no debate, preferia uma reforma do sitema eleitoral com redução significativa do número de deputados, referindo que a actual CRP** já permite diminuir para 180, o que já seria uma medida bastante significativa.
Ao mesmo tempo, Santana defendeu a criação de um senado ou câmara alta a par da diminuição do peso do Estado ao nível da administração central, com a extinção nomeadamente dos cargos de governadores civis e das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional.

Na oportunidade, em declarações à SICnotícias, os dois políticos apelaram, sobretudo na actual situação do País, ao fim das clivagens entre o governo e o PSD.

Ligações: blogue de António José Seguro, blogue de Pedro Santana Lopes .

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*na Fundação Cupertino de Miranda.
**Constituição da República Portuguesa.

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