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quinta-feira, 27 de junho de 2013

TEIXEIRA DOS SANTOS OPINOU SOBRE GASPAR

Em entrevista a Judite de Sousa, Teixeira dos Santos deu a sua opinião sobre Vítor Gaspar e disse, em relação à sua actuação, o que teria feito diferente.

Ligação: Entrevista completa [TVI].

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

'BURACO NO ASFALTO' PROCURA CRIMINOSOS

O DCIAP está a levar a efeito a operação "Buraco no Asfalto", para investigar eventuais indícios criminais nas PPP's (parcerias público- privadas), visando nomeadamente na negociação feita em 2010, entre o Estado e a Ascendi.
Foram alvo de buscas domiciliárias dois antigos membros do governo Sócrates (Teixeira dos Santos e Costa Pina) e o ex-presidente da Estradas de Portugal, Almerindo Marques, actualmente administrador da construtora Opway.

Ligação: Teixeira dos Santos alvo de buscas às 7h da manhã [TVI24].

sábado, 31 de março de 2012

ESCUTAS ILEGAIS NA CGD ?

O procurador-geral da República recebeu uma queixa contra Francisco Bandeira, ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos (CGD), e outros responsáveis, acusados de terem ocultado ao Governo "informação relevante" sobre irregularidades e ilegalidades que terão ocorrido na instituição. A participação foi formalizada por Garcia Pereira, advogado de um funcionário da CGD, e seguiu para o primeiro-ministro, ministro das Finanças e PJ. Em causa estão acusações de escutas ilegais no banco e desvio de material que em 2006 foram denunciadas a Teixeira dos Santos. O então ministro das Finanças pediu esclarecimentos à administração da CGD. Foi essa informação que Bandeira e outros responsáveis são agora acusados de terem "ocultado".
(In edição de hoje do semanário Expresso)

sábado, 24 de setembro de 2011

UM EXPEDIENTE AÉREO

Vejam só esta engenharia financeira, em que com o dinheiro que se acabou por gastar para comprar 12 aeronaves se podiam ter comprado 17. Foram mais 115 milhões de euros do que o previsto (390 milhões).O modelo foi o seguinte, conta o semanário SOL, na sua última edição:

O Ministério da Defesa criou criou uma empresa, a DEFAERLOC, só com o objectivo de ser esta a comprar as 12 aeronaves [modelo C-295M para transporte militar] ao candidato vencedor, o consórcio europeu EADS-CASA. A seguir, a Defesa fez um contrato de locação com a DEFAERLOC, pelo qual esta lhe alugou os aviões, para uso da Força Aérea, mediante o pagamento de rendas. A DEFAERLOC pediu seguidamente um empréstimo a um sindicato bancário (Caixa-Banco de Investimento, BES, BCP e BPI) para poder fazer a aquisição, cedendo-lhe o direito sobre os créditos resultantes do aluguer dos aviões. E assim, no fim, foi o Estado quem pagou directamente aos bancos as rendas as ‘rendas’ pelo aluguer dos aviões – sendo a DEFAERLOC apenas uma sociedade meramente instrumental.

A responsabilidade directa do contrato, de 2006, é - segundo o SOL - dos então ministros da Defesa (Luis Amado) e das Finanças (Teixeira dos Santos).

quarta-feira, 8 de junho de 2011

T. DOS SANTOS: UM MINISTRO COM SENTIDO DE ESTADO

O ministro Teixeira dos Santos está a preparar um «dossier» pormenorizado para entregar ao seu sucessor, com as principais medidas a adoptar na sequência do memorando de entendimento com a troika. Os prazos são exigentes e requerem grande trabalho. Basta olharmos para o que se passa na Grécia para percebermos que Portugal não pode falhar, disse o ministro das Finanças.
Teixeira dos Santos acrescentou que, se quisesse ficar bem na fotografia, já não estaria em funções, mas tem feito tudo o que está ao seu alcance para deixar o cargo com a consciência tranquila de quem pôs sempre o interesse do País acima do interesse pessoal.
Um bom exemplo para os seus colegas, quando muitos ministros e secretários de Estado de governos cessantes - mesmo do mesmo partido - se limitam a destruir papéis e não deixam aos seus sucessores qualquer indicação sobre os «dossiers» do respectivo ministério.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

SÓCRATES VERSUS TEIXEIRA DOS SANTOS

Teixeira dos Santos fez, provávelmente, ontem, aquela que deve ter sido a sua última intervenção pública como ministro das finanças de Sócrates. Apresentou precisamente as medidas de austeridade para os próximos 3 anos, resultantes do memorando de entendimento com a troika e prenunciou um adeus aos portugueses ao falar na sensação do dever cumprido e na convicção de que o esforço não foi em vão.
Teixeira dos Santos foi ignorado nas listas do PS e entrou em clara rota de colisão com o PM, principalmente quanto ao timing do pedido de ajuda externa, que gostava que tivesse sido mais cedo, ao contrário de Sócrates. Aliás, é no seguimento desta divergência, que Sócrates pretendeu substituir Teixeira (consta que sondou Cavaco para o efeito), tendo mesmo nomeado outro ministro (Silva Pereira) para o controlar nas negociações com a troika.
De resto, as divergências entre PM e T. Santos são bem visíveis nas respectivas comunicações, na sequência do memorando de entendimento com a troika. Enquanto Sócrates fez uma comunicação para dizer que ia aumentar as pensões mais baixas, o ministro das Finanças admitiu que o acordo  não é, reconheçamos, portador de boas notícias. E defendeu que a decisão de pedir ajuda externa foi das decisões mais importantes tomadas neste país nos últimos anos, enquanto, no passado recente, José Sócrates chegou a referir-se ao pedido de resgate como uma perda de prestígio e de dignidade para o país.
Por último, o epílogo do debate sobre o pacote de austeridade, na Assembleia,  em que Teixeira saíu por uma porta e o ministro dos Assuntos Parlamentares por outra, constitui o corolário dessa dissonância e de que Sócrates não convive bem com quem diverge dele, anulando opositores internos (no governo e no partido) e hostilizando deselegantemente opositores externos, como se verificou na última reunião com Passos Coelho, que terminou com Sócrates aos berros, como o Expresso revelou.

terça-feira, 3 de maio de 2011

SÓCRATES ANUNCIOU ACORDO COM A "TROIKA"

José Sócrates - ao lado de Teixeira dos Santos - anunciou a ajuda externa de 78 mil milhões e o que não vai ser o acordo com a "troika"...


sexta-feira, 29 de abril de 2011

SÓCRATES QUERIA SUBSTITUIR TEIXEIRA

José Sócrates quis substituir Teixeira dos Santos na pasta das Finanças mesmo antes de começarem as negociações com o FMI, o BCE e a UE. E mandou perguntar a Belém se o Presidente daria o seu aval à exoneração imediata. Mas Cavaco Silva não esteve pelos ajustes. A saída de Teixeira dos Santos fragilizaria ainda mais a imagem de Portugal nas instituições e nos mercados internacionais. E o primeiro-ministro recuou.
(In semanário SOL online)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

TEIXEIRA FICOU A NEGOCIAR

Segundo Sócrates, a ausência de Teixeira dos Santos da cerimónia comemorativa do 25 de Abril, no palácio de Belém, ficou a dever-se às negociações que o ministro das Finanças está a entabular com a "troika".


A opinião de Bagão Felix é diferente...



sexta-feira, 22 de abril de 2011

TEIXEIRA, O MAU DA FITA

Que Teixeira dos Santos passou a ser o bode expiatório deste (des)governo basta ouvir João Proença (PS e UGT)... Será que a "política" terá que ser mesmo assim ? Ou Teixeira não devia ter cedido a Sócrates e devia ter chamado o FMI quando os juros da dívida soberana chegaram a 7% como declarou públicamente na TV ?


quinta-feira, 21 de abril de 2011

TEIXEIRA E AMADO FORA DAS LISTAS PS

Nas anteriores eleições legislativas, Luís Amado foi cabeça de lista por Leiria e Teixeira dos Santos "número dois" pelo Porto.
Vieira da Silva, coordenador do processo de elaboração das listas PS, justificou o afastamento do actual ministro dos Negócios Estrangeiros, que é membro do PS, por ele já há muito tempo ter manifestado vontade de não continuar com este tipo de intensidade e de inserção na vida política.
Já em relação ao actual ministro de Estado e das Finanças, Vieira da Silva disse que não se colocou a questão de Teixeira dos Santos ser convidado para integrar as listas.
Vieira declarou que todas as coisas na vida mudam, que as coisas começam e acabam e que é um acto normal ter acabado, o que, trocado por miúdos, quer dizer que Sócrates terá encontrado em Teixeira o bode expiatório para a desastrosa política financeira a que conduziu o país, e em Amado a cominação conveniente à discordância da linha política de confronto, seguida pelo grande líder.

terça-feira, 19 de abril de 2011

ONTEM NA RTP: FREITAS ACUSOU SÓCRATES E TEIXEIRA

Em entrevista a Fátima Campos Ferreira, Diogo Freitas do Amaral dirigiu críticas contundentes a Sócrates e a Teixeira dos Santos, dizendo que se teria demitido se estivesse no lugar deste.
Ficaram nos nossos ouvidos estas afirmações:
  • Em Outubro de 2010, disse uma coisa muito acertada. No dia em que os juros da nossa dívida chegarem aos 7%, nós temos de recorrer à ajuda externa. Eu tenho de concluir que foi o primeiro-ministro que não deixou, porque o primeiro-ministro de repente começou a viver num mundo irreal, e Teixeira dos Santos, por solidariedade ou por amizade, submeteu-se;
  • Se fosse uma pessoa diferente podia ter pedido a demissão. Não fazem aquilo que eu entendo, eu não alinho. Era isso que eu faria. Portanto, eu tinha razão, e o primeiro-ministro estava enganado.
Freitas, que foi ministro dos Negócios Estrangeiros do primeiro Governo de Sócrates, defendeu também um futuro Executivo para Portugal o mais alargado possível.

(In Sócrates explicado e anotado - 31 da Armada)

Ligação: (Re)veja a entrevista completa aqui.

domingo, 17 de abril de 2011

MINISTRO DESAUTORIZA MINISTRO

Segundo o deputado Frasquilho (PSD), o ministro Teixeira dos Santos, primeiro declarou que, a partir do final de maio, Portugal não tem recursos para fazer face aos compromissos assumidos em termos de financiamento e para as despesas correntes, mas que, agora, o ministro Silva Pereira, na altura em que revelou dados preliminares sobre a execução orçamental, disse precisamente o contrário.
Parece que existem dois responsáveis pelas Finanças, a situação do país é muito perplexa e as declarações do Governo sobre questões financeiras não são coerentes. Parece que existem dois responsáveis pelas Finanças, o ministro das Finanças e o ministro da Presidência, declarou Frasquilho à Lusa.
Não tem o deputado Frasquilho que se mostrar surpreendido. Declarações incoerentes e contraditórias são o pão nosso de cada dia da vida político-partidária nacional, a começar pelos nossos governantes. Ainda recentemente, muito pouco tempo antes de declarar o contrário, Sócrates dizia que não governaria com o FMI e que Portugal não precisava de ajuda financeira externa. Depois foi o que se viu.
Ao contrario do que diz Frasquilho, o Governo mostra, assim, unidade e coerência e dá o exemplo na cambalhota política. A culpa não é deles - como disseram Soares (em entrevista) e Sócrates (no congresso) -, mas de quem vota neles.

sábado, 9 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

PORTUGAL VAI (FINALMENTE) PEDIR AJUDA EXTERNA: PM FAZ COMUNICAÇÃO AO PAÍS ÀS 20 H

O país foi irresponsavelmente empurrado para uma situação muito difícil nos mercados financeiros. Perante esta difícil situação, que podia ter sido evitada, entendo que é necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu em termos adequados à actual situação política. Tal exigirá, também, o envolvimento e o comprometimento das principais forças e instituições políticas, disse o ministro Teixeira dos Santos, há minutos, ao Jornal de Negócios.
Entretanto, foi anunciado que Sócrates fará uma declaração ao País, às 20h00, tendo, ainda, sido convocado um conselho de ministros extraordinário.

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