Manuel Avelino de Jesus, ex-membro da comissão de avaliação das Parcerias Público-Privadas (PPP), disse que as Parcerias Público-Privadas (PPP) são um descalabro completo, por não terem limites aos gastos.
O professor do ISEG, que se demitiu do grupo de trabalho criado para analisar as PPP e avaliar o seu impacto nas contas públicas, declarou perante a comissão de inquérito às PPP no sector ferro-rodoviário:
A forma como os contratos estão elaborados permite um descalabro completo nos valores que podem vir a ser apresentados no futuro. Os contratos são muito abertos, são o resultado da negociação entre o poder político e as empresas que estão no terreno e, quando digo que podem vir a ser acrescentados 20% a 30%, quero dizer que não temos maneira de fazer um cálculo rigoroso, porque, sendo contratos abertos, permitem um empolamento quase indefinido, (sic).
Avelino Jesus aproveitou a oportunidade para justificar a sua auto-exclusão do referido grupo de trabalho pela manifesta falta de informação e dificuldade no acesso a documentos que, segundo ele, eram arrancados à força.
O professor do ISEG, que se demitiu do grupo de trabalho criado para analisar as PPP e avaliar o seu impacto nas contas públicas, declarou perante a comissão de inquérito às PPP no sector ferro-rodoviário:
A forma como os contratos estão elaborados permite um descalabro completo nos valores que podem vir a ser apresentados no futuro. Os contratos são muito abertos, são o resultado da negociação entre o poder político e as empresas que estão no terreno e, quando digo que podem vir a ser acrescentados 20% a 30%, quero dizer que não temos maneira de fazer um cálculo rigoroso, porque, sendo contratos abertos, permitem um empolamento quase indefinido, (sic).
Avelino Jesus aproveitou a oportunidade para justificar a sua auto-exclusão do referido grupo de trabalho pela manifesta falta de informação e dificuldade no acesso a documentos que, segundo ele, eram arrancados à força.
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